








Há historiadores que reclamam as comemorações do Dia da Mãe às mais antigas festividades decorrentes na Grécia antiga, aquando da Festa da Primavera, na qual se honrava a Mãe dos Deuses- Rhea. Na mitologia grega, Rhea foi a mãe de Zeus e irmã de Kronos, considerada como uma das mais influentes deuses em Creta, Arcadia e Phrygia. Assim como a deusa Gaia, Rhea seria também considerada a mãe de todos os deuses.
-Um jovem piloto experimentava um monomotor muito frágil, uma daquelas sucatas usadas no tempo da Segunda Guerra Mundial, mas que ainda tinha condições para voar.





Exactamente, como foi previsto há 60 anos...


Para festejar o aniversário do derrube da ditadura, os músicos optaram este ano pela via revolucionária, semeando nalguns concertos comemorativos arranjos que dão novo fôlego ao cancioneiro tradicional...
Ler notícia completa em: www.correiodamanha.pt
Adaptação: Mano Belmonte


-Se nossas metas e objectivos são válidos e imprescindíveis, temos de assumir o compromisso de realizá-los; ter a atitude de vencedor e fazer o que precisa e o que deve ser feito, sem medir esforços. Desafios e dificuldades pelo caminho, certamente, irão surgir. Mas isso apenas valorizará ainda mais a nossa conquista. Não devemos esperar que a vida seja sempre fácil. Se assim fosse, não se chamaria "vida". Temos de nos preparar e estar sempre alerta às mudanças ao nosso redor. Tudo é muito dinâmico: relacionamentos, trabalho...



-O papel dos gases com efeito de estufa.
Meter o acento nos gases com efeito de estufa dá uma visão muito simplista do clima, enquanto outros factores são bastante mais importantes.Em particular, aqueles que determinam a dinâmica da atmosfera, as transferências meridionais do ar e da energia e, para ser mais simples, as tranferências de ar frio e de ar quente. Cada um é capaz de observar que a temperatura é função destas bruscas alterações, e que ela não evolui de maneira linear. O importante é primeiramente saber porquê e como as massas de ar frio se formam e se deslocam; porquê elas substituem e são substituidas pelo ar quente - dito de outra maneira de precisar o mecanismo da máquina armosférica. O tempo depende dia a dia destas mudanças de massas de ar. Por outro lado, no longo prazo, a variação depende da actividade solar (manchas solar, magnetismo, erupção e vento solar) , das projecções vulcánicas, dos parâmetros astronómicos, etc. Como pretender que a sua responsabilidade no clima possa ser posta em evidência nos modelos que não tomam simplesmente em consideração o conjunto destes parâmetros ? O efeito de estufa é, portanto, totalmente marginal, se não mesmo insignificante, tanto mais que o principal efeito de estufa não é realizado pelo CO2 ou pelo CH4, mas pelo vapor de água. Mas, mesmo a parte real do vapor de água no efeito de estufa não é considerado no seu justo valor nos modelos..
Não há clima global
Pelo contrário , conhecemos perfeitamente a evolução dos climas regionais que seguem evoluções fortemente dissemelhantes. Além disso , é bastante revelador verificar que, na confissão do próprio IPCC, os modelos são incapazes de reconstruir estas variações regionais ! No seu segundo relatório de avaliação, de 1996, o IPCC escreveu: " Os valores regionais das temperaturas poderiam ser sensivelmente diferentes da média global, mas ainda não é possível determinar com precisão as suas flutações". Isto significa que os modelos do IPCC seriam capazes de dar um valor médio sem conhecer os valores regionais que permitem estabelecer precisamente esta média ! Isto não é sério !
No Atlântico Norte, observa-se um arrefecimento na parte oeste ( Canadá, Estados Unidos a este das Montanhas Rochosas), enquanto, na Europa ocidental se observe um aquecimento, nomeadamente na Escandinávia. A Europa central arrefece como o Mediterrâneo oriental, ou como a China. Estas diferenças de comportamento resultam da dinâmica aerológica. Isso depende das trajectórias dos anticiclones móveis polares (AMP). Estes são vastos discos de ar glacial de mais de 1500 km de raio, gerados quotidianamente pelo pólos. Estes discos deslizam rente ao solo sobre camadas de ar quente mais ligeiras, contornando os relevos para se dirigirem em direcção ao equador.
As suas faces frontais provocam o retorno para o seu pólo respectivo do ar aquecido vondo dos trópicos. Os AMP represantam o próprio exemplo de descontinuidade que os modelos informáticos se recusam a incorporar nas suas equações matemáticas. Por outro lado, eles apontam o dedo ao comportamento particular e à importância das regiões polares que, contráriamente às previsões dos modelos, não estão a aquecer, mas a arrefecer...
O mito da fusão dos calores polares
-CONTINUA
-Pesquisa e adaptação : Mano Belmonte


Na passada quarta-feira, dia 9 do corrente, a Câmara Municipal e o Instituto de Tecnologia Comportamental procederam à apresentação pública do estudo: "Os melhores Municípios para Viver", cerimónia que decorreu no salão nobre da edilidade tirsense.
Pesquisa e adaptação: Mano Belmonte

Achamos, que este artigo que transcrevemos é da maior importância para todos, para o Mundo , para o Planeta que habitamos.
Mais do que nunca,temos por obrigação dar atenção aos entendidos na matéria (expert's), ao que eles nos querem dizer, ou por outra, ao que eles nos querem advertir...
É um extenso , bem explicatico e minicioso texto, por isso, resolvemos 'dividi-lo' em partes para que não se torne maçadora a sua leitura.
Esperamos do vosso agrado, a leitura e a informação que daremos em dias seguintes.
-MB-* * * * * * * * * * * * * * * * *
-Parte I
-O Pánico Climático, A política do medo-
-Artigo de: Rui G. Moura, Engenheiro. Mestrado em Climatologia-
Quando se fala do hipotético aquecimento global pretende-se seguramente meter medo. Até seria desejável que a Terra aquecesse. Com efeito, isso nos traria imensas economias tanto de energia para climatização, como do petróleo bruto e dos seus derivados. Por outro lado, seriam ganhas lasgas extensões de terra cultivável em direcção às terras subpolares. Foi o caso entre os anos 1930 e 1960 (período do Óptimo Climático Contemporâneo). Nessa altura, as explorações agrícolas do norte do Canadá e da Escandinávia deslocaram-se mais para Norte. Nos anos de 1970, com o regresso do frio, voltaram a retroceder para Sul. O mesmo aconteceu na África subsariana onde os criadores de gado se deslocaram primeiro para Norte e depois regressaram ao Sul quando a seca estalou nos anos 1970. Durante o período quente, as chuvas tropicais eram mais abundantes. Isso quer dizer, paradoxalmente, que se o aquecimento fosse efectivo, a seca acabaria no Sahel ! Mas infelizmente, não é o caso.
-Refutação do IPCC (Intergovernamental Panel on Climate Change)-
O tema do "global warming" é digno de figurar no livro das " Imposturas Intelectuais" de Alan Sokal e Jean Bricmont. O "global warming" e as "climate changes" estão de tal maneira bem embrulhadas que não é fácil desmontar esta impostura científica. Mas de acordo com o filósofo Kar Popper, e as teorias científicas têm de ser aprovadas ou reprovadas em testes imediatos e não daqui a cem anos. Ora, a refutação desta embrulhada verifica-se todos os dias, todas as horas, todos os segundos e todos os instantes.
Os valores elevados da pressão atmosférica sobre a Europa durante o Verão de 2003 - com a resgitada vaga de calor -, inscreveram-se na subida que se observa desde o shift ou desvio climático dos anos 1970, mais propriamente em 1976. Essa alta das pressões observa-se sobre a quase totalidade da Europa, de Lisboa em Portugal, a Constança, na Roménia.
A forte estabilidade anticiclónica (calma ou vento fraco, ausência de movimentos ascendentes) favorece o aquecimento do ar nas baixas camadas. A condução do calor é com efeito tanto mais forte quando a pressão é mais elevada e desde que o ar não se possa elevar - devido à subsidência, ou pressão de cima para baixo -,sobreaquecendo, portanto, (para a mesma quantidade de energia recebida do Sol) as camadas próximas do solo. O calor provoca uma forte diminuição da humidade relativa, isto é, uma forte secagem do ar, que é tanto mais seco quando o vapor de água atlântico ou mediterrâneo não penetra no interior do ar anticiclónico (o que reduz considerávelmente o efeito de estufa natural que está principalmente associado ao vapor de água).
-Continua...
Pesquisa e adaptação: Mano Belmonte