
Um pé em falso levou-lhe o equilíbrio para sempre. Adilson já tinha estado "bem junto do Papa", em 1992, meses antes de uma mina antipessoal no mato lhe desfazer a perna esquerda. E "acabou tudo". Sobrevive hoje "da gasosa[esmola]" à porta do hospital militar. Na mesma Praça da Indepêndencia onde João Paulo II lhe acenou, balança agora a cadeira de rodas para o último adeus a Bento XVI. Aos 48 anos, "a fé está cá"...
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Adapt: Mano Belmonte
manoamano@sympatico.ca
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