Powered By Blogger

Capa exterior do último CD em alusão aos 50 Anos de Carreira de MB.

Capa exterior do último CD em alusão aos 50 Anos de Carreira de MB.
CD «50 ANOS DE CANTIGAS» (Compilação de 20 temas musicais de sucesso na carreira do artista Mano Belmonte)

Capa interior do último trabalho em CD "MB - «50 Anos de Cantigas».

Capa interior do último trabalho em CD "MB - «50 Anos de Cantigas».

MB - Resumo biográfico pelo Jornalista José Mário Coelho - Toronto/Canadá 2010

MB - Resumo biográfico pelo Jornalista José Mário Coelho - Toronto/Canadá 2010

APONTAMENTO PELA JORNALISTA LUSA CANADIANA FERNANDA LEITÃO

Jornal "Portugal Ilustrado" - Toronto/Canadá

Jornal "Portugal Ilustrado" - Toronto/Canadá

RECOMEÇAR...

-Recomeçar-

O ser humano é feito, entre outras coisas, de sonhos, ideais, expectativas...
O futuro, apesar dos percalços e obstáculos do presente, sempre se desenha com bons ventos, melhorias e conquistas. Por isso, sempre devemos prosseguir lutando, doando o melhor de nós na busca de objectivos e metas.
Neste percurso, à medida que nos esforçamos, alcançamos degraus intermediários e vitórias parciais que nos animam e estimulam em frente. Ser reconhecido pelos que nos cercam, parentes, amigos ou gente anónima, é um grande incentivo.
Dizer-lhes o quanto foi importante todo este carinho e amor dedicados ao longo dos anos, os elogios reconhecendo virtudes, tendo em mente que colhemos tudo o que plantamos nesta escalada da montanha da vida onde aprendemos a subir e a descer, cair e levantar, mas voltar sempre com a mesma coragem. Não desistir nunca de uma nova felicidade, uma nova caminhada, uma nova paisagem, até chegar ao topo da montanha .

Com mais de três décadas a vivermos na diáspora, fechamos os olhos tentando fazer uma retrospetiva das coisas boas e menos boas que nos aconteceram ao longo dos anos...Batemos de frente com um enorme painel branco na nossa mente, reprimimos a vontade de um choro convulsivo para, de imediato, pensarmos que, hoje, é um bom dia para enfrentar novos desafios...
Recomeçaremos por abrir novos espaços mentais e físicos. Aproximarnos-emos, dos familiares, dos velhos amigos, de pessoas alegres e sem preconceitos, da terra que nos viu nascer... Atirar para longe os ressentimentos, as mágoas, os melindres que impedem a felicidade entrar.
Dividirnos-emos entre duas Nações que amamos e repartiremos nosso coração entre chegadas e partidas, alegrias e ânsias.

Recomeçar uma nova vida é só uma questão de querer. Se quisermos. Deus quer.

Mano Belmonte













BLOG «Canções & Emoções» por Mano Belmonte

BLOG «Canções & Emoções» por Mano Belmonte

quarta-feira, julho 15, 2009

A LAMENTÁVEL REALIDADE...

Faleceu CARLOS SILVA

CARLOS SILVA, foi um dos poucos amigos do peito que ainda vamos tendo...

Estamos demasiadamente tristes para delongas sobre uma vida de mérito.. . outro dia, falaremos do amigo sincero, do pai, do avô, do esposo, do homem... e da sua entrega a uma comunidade que lhe foi madrasta.

Adeus amigo, um dia, sabe Deus onde e quando, falaremos do nosso "Porto"...

Condolências profundas à ilustre família.

Mano Belmonte/Maria Regina

=o=o=o=o=

terça-feira, julho 14, 2009

VÍDEO: Convivendo com baleias brancas

Crónica de Coimbra


AMO-TE LUANDA !

Amo o teu enterdecer, ver o teu Sol mergulhar nas águas salgadas da tua Ilha!
Comove-me a hora em que o Sol fica a pique e a luz, amarela e intensa, se derrama sobre os telhados de zinco das tuas cubatas, rebocadas com barro vermelho, os teus raios enigmáticos e divinos. Amo e exacto momento em que o teu mar se torna um imenso devaneio azul esverdeado e as tuas canoas deslizam leves como a palha que corre à superfície da água, carregadas com a rede dos nossos pescadores. Há no entardecer de cada dia, em Luanda, uma infinita poesia. Amo o rumor vegetal das folhas das tuas "Mulembeiras" e "Cajueiros", que estremecem com a brisa morna do fim da tarde, o calor que atordoa o voo dos pardais e "rabos de juncos", e os faz despenharem-se na sombra das palmeiras e das "mangueiras", carregadas de dendém e de mangas. Amo o sopro quente que embala as vozes descombinadas dos que habitam as casas de tijolo e vivem de janelas abertas. Amo os teus becos, as tuas "barrocas" do Miramar, a Casa "Carmona", "Casa Branca", "os Cambutas", "a loja do Santo Rosa", "Catonho-Tonho", "Suba", e todas aquelas que ficavam na Baixa, nomeadamente o "Quintas & Irmão", "Armazéns do Minho" e tantas outras, frequentadas mais pelos brancos de primeira!

Amo o cheiro que se desprende da tua terra vermelha, quando a chuva cai torrencialmente sobre ela, e os corpos das mulatas molhados, a fazerem-se notar, através dos seus vestidos de "chita", os seus rijos, hirtos e belíssimos seios, bem como os desenhos empinados das suas "bundas", que punham um "gajo" a arrotar "peixe pungo"! O andar furtivo dos gatos nos muros que prende o olhar e o torna cúmplice e secreto. O som pesado dos navios que chegam ao porto, no fundo da tua Marginal e se anunciavam com sirenes graves e prolongadas. O movimento das nossas gentes: negros, brancos e mulatos, que voltam de mais um dia vivido como irmãos, e que se dirigem ao "Bê-Ó", Vila Alice, Maianga, ou até no Sambizanga, para visitarem as suas "garinas" e "matar" as saudades dos seus amigos!

E ali está, acolá, lá em cima, a tua fortaleza de São Miguel, à entrada da Praia do Bispo e da tua Ilha, que a luz oblíqua torna mais majestosa, próxima e faz mais presente. Ornamentada por todo aquele arvoredo, capim e "piteiras", mas que, simultaneamente, libertam um perfume doce Africano, que se espalha devagarinho e se sente no ar. Amo o teu luar, as tuas "batucadas", o reco-reco e a "puita", as tuas "farras" no Braguêz, no Desportivo do União de São Paulo e em outros lugares escondidos, secretamente guardados por "Kapangas" por causa das "rusgas"! Cada "Show", cada "merengada", que um "gajo ficava boamado"! Amo a "Ti-Guinhas", cega, que com as suas milagrosas massagens, eliminava de vez o "catolo-tolo"! E a "Tia-Donana", com seus doces de "gingumba" no "Balaio", em cima do passeio, que eram de comer e chorar por mais.

Amo o som do sino da igraja de São Paulo, que tocavam a compasso e marcavam as nossas horas de silêncio e contemplação, quando ao fim da tarde, nos juntávamos em frente à "Minerva", no "Bar Mariazinha"! Amo a rua de São Paulo, o "Magestic", a Farmácia São Paulo, a "Casa Lina, a Drogaria, o Cine-Colonial, a "Auto-reparadora", o "J.Setas", a "Casa Queimada", o "Rex", o "Copacabana", os "Armazéns São Paulo", "Colégio Padre António Vieira", "Campino" com as suas sandes de peixe frito, o nosso Amigo de peito Enfermeiro diplomado LOURO, "Santos Qui-Peixe", Brito da Farmácia (doutor de Quimbundo), "Cravo" com a sua "dobrada", o "Karibala", e tantos outros!

Amo a luz dourada da tarde reflectida nos olhos dos nossos "Kandengues", o barulho do arco de barril e do carro de bordão, com carreto a imitar o motor...todo este barulho íntimo dos seus passos em casa e a voz às vezes rouca da "Chiminha", com que me chamava para fazer amor comigo na esteira, junto à "moringa" e a "Sanga", cheias e água fresca do "Quifagondo"!

Amo-te LUANDA, mesmo longe e afastado de ti há mais de 35 anos! Amo a substância dos dias e a consistência das horas. Os gestos banais, as coisas simples, os risos, as lágrimas e os silêncios partilhados. Amo o teu "cacusso", a tua "gâropa",peixe-galo, peixe pungo, linguado, teus caranguejos de Moçâmedes, tuas lagostas, polvo, "quitetas", "mabanga", fruta-pinha, "maboque", papaia, mamão, manga do Ambriz, ananás, goiaba...Amo o tempo inteiro e a eternidade que germina em mim e à minha volta. Amo Deus em todas as coisas e em cada pessoa. Amo a Nossa Senhora da Muxima, e todos aqueles Amigos que brincaram comigo a "Cabra-Cega", "pede fogo...vai ali", "Camcimbula", "ninguém me atreva até findei", as escondidas, o jogo da malha, saltar a corda, das "berridas", das "baçulas"... Aiué LUANDA!! Amo as casas e as cubatas de "pau-a-pique", de "Luando" cobertas com capim, e os lugares que conheci e que todos os dias me recordo. Amo a intimidade e a verdade. E amo o entardecer, por ser a hora em que tudo se contempla e o momento em que consigo juntar o que anda disperso em mim. Podia viver só ao entardecer.

ADEUS LUANDA...eu por aqui me fico, provavelmente sem te ver mais! Deus assim quer...porque deixou de acreditar nos homens, deixou-nos entregues uns aos outros...deixou de gostar da gente, aliás, não somos nada merecedores da sua Companhia...

Cruz dos Santos (Ninito)
(Coimbra/Portugal)

=o=o=o=o=o=

Etnografia


















SANTO TIRSO: O Casal Manuel e Adília Soares, residentes nesta cidade, recriaram um trajo tradicional usado por um pescador e sua mulher no princípio do século passado. Desfilarem, com êxito, no cortejo etnográfico aquando das famosas Festas de S. Bento desta encantadora cidade que sita no Douro Litoral .

PARABÉNS!

=o=o=o=o=



segunda-feira, julho 13, 2009



NÃO PRETENDO SER FELIZ, MAS VERDADEIRO"
(autor deconhecido)

Foto do Dia


OS JOGOS DA LUSOFONIA COMEÇARAM ONTEM EM LISBOA E O PONTO MAIS ALTO DO DIA FOI A CERIMÓNIA DE ABERTURA QUE DECORREU NO PAVILHÃO ATLÂNTICO UM ESPECTÁCULO MULTICULTURAL COM MUITA ANIMAÇÃO, LUZ E COR. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA CAVACO SILVA TAMBÉM ESTEVE PRESENTE NO ACTO.
(António Cotim/Lusa/CM)

Voltar à Lua e ficar por lá...

Nunca mais houve um acontecimento na história da conquista espacial de impacto comparável ao da conquista da Lua. É até possível que a aventura da Apolo 11, a 20 de Julho de 1969, pelos padrões actuais de segurança nos voos ao espaço, não fosse hoje autorizada...

Ler notícia completa
Adapt: Mano Belmonte

"O Michael foi assassinado"...


Michael Jackson foi assassinado por dinheiro - eis a convicção de La Toya Jackson, a irmã que lhe era mais chegada e que acaba de dar uma entrevista ao jornal 'News of the World' em que fala de "conspiração" e garante saber quem está por trás da morte do cantor, falecido no dia 25 de Junho...

Ler notícia completa
Adapt: Mano Belmonte

O'Neill, os reis da Irlanda são portugueses...

O representante da família O'Neill, herdeiro do trono da Irlanda do Norte, é português e foi reconhecido oficialmente pelo conselho dos nobres irlandeses. Um clã com 1300 anos...

Consulte o artigo completo em:
http://dn.sapo.pt/inicio/pessoas/interior.aspx?content_id=1305861

sábado, julho 11, 2009

Crónica do Canadá


CRÓNICA DO CANADÁ

Novos pobres

Queixamo-nos com frequência que os media, em particular a televisão, passam a vida a moer-nos a paciência com notícias sensacionalistas, muitas vezes marcadas pela tragédia.
Mas também é verdade que cada vez nos tornamos mais apáticos face ao desfile ininterrupto das carências humanas, sejam ou não descritas pela comunicação social. Só nos acorda um estrondo bombástico que ameace de perto a nossa segurança, ou abale a nossa acomodada tranquilidade. As notícias seguem, geralmente, as regras que lhes impomos, exigindo cada vez maior grau de excentricidade para merecerem o mínino da nossa atenção.
O drama do desemprego, no nosso país, está a ganhar proporções de autêntica catástrofe nacional. Mesmo que, em percentagem, esteja abaixo de outros países ou seja puramente conjun-tural. Por muito modernizados que estejamos, em perfeita sintonia com a Europa, fidelíssimos às exigências do deficit regulamentar, com holofotes virtuais ao fundo do túnel, esplendorosos sinais de retoma económica, nunca poderemos encontrar sossego face ao crescente número de empresas que impunemente fecham as portas e mandam os trabalhadores para casa. Pode dizer-se que o cenário está a banalizar-se de tal forma que já não há cidadão que se comova diante desta repetição rotineira, e sem fim à vista, de homens e mulheres curvados de angústia, sem trabalho, e famílias inteiras sem o mais pequeno rendimento estável.
Não é questão partidária ver homens e mulheres às portas das empresas, como mendigos dos seus próprios direitos. Sabe-se que grande parte dessas empresas, ao fecharem e despedirem trabalhadores, mais não fazem que uma encenação teatral para irem obter maiores lucros num qualquer recanto com auréloa de global.
O país devia sentir mais intensamente este luto por tantos homens e mulheres que foram lançados na indigência, além da humilhação e da angústia que atravessam as suas vidas.

Pensamento da Semana

"Deus é nosso refúgio e nossa força, uma ajuda presente ante os problemas"
(Mano Belmonte)

Mano Belmonte
http://manobelmontecantor.blogspot.com
www.venuscreations.ca/ManoBelmonte
manomano@sympatico.ca

=o=o=o=o=

Bento XVI recebeu Barack Obama


Papa e presidente dos EUA debateram resultados da cimeira do G8
Bento XVI recebeu pela primeira vez no Vaticano o presidente dos Estados Unidos da América, Barack Obama, que concluiu na passada Sexta-feira a sua participação na Cimeira do G8, na Itália.

"É uma grande honra para mim, muito obrigado", disse o presidente norte-americano, ao apertar a mão ao Papa, antes de revelar que a cimeira do Grupo dos 8 tinha sido muito produtiva.
"Deve estar muito cansado, depois destes encontros", retorquiu Bento XVI. O encontro entre ambos, na biblioteca privada do Papa, durou 40 minutos. Como era esperado, foram discutidas as "perspectivas de paz" para o Médio Oriente, onde há "convergência" de posições, e outras situações regionais.
No cento do encontro, segundo o Vaticano, estiveram os temas da "política internacional", à luz dos resultados da cimeira do G8.

Ler notícia completa: www.agencia.ecclesia
Adaptação: Mano Belmonte
=o=o=o=o=


sexta-feira, julho 10, 2009


"A MORTE NOS ENSINA A TRANSITORIDADE DE TODAS AS COISAS"
(Leo Buscaglia)

Foto do Dia


"A OFERTA DE FLORES É SINAL DO INÍCIO, HOJE, DO KHAO PANSA, TRÊS MESES EM QUE OS MONGES BUDISTAS MEDITAM RECOLHIDOS NOS TEMPLOS.
(Narong Sangna/EPA/CM)

Cinema

Harry Potter e a maturidade

Longe vão os tempos em que Harry Potter era apenas "coisa de crianças".
Já no sexto episódio, de que se espera entrada fulgurante nos nossos cinemas.
"Harry Potter e o Príncipe Misterioso" leva-nos e aos alunos de sempre de volta a Hogwarts. Estes últimos agora bem mais encorporados, mais decididos, mais cientes dos seus desafios e responsabilidades. Porém, com as questões essenciais ainda por responder.
Desta feita, os principais temas em questão, inerentes a uma corajosa luta de bem contra o mal adensam-se e, com eles, os cenários, as cores, a música e o ritmo narrativo do filme.
No mundo cada vez mais ameaçado de Potter, Hermione e Ron, Valdemort apertou o cerco e Hogwarts deixou de ser um lugar inequivocamente seguro para os Muggles.
Enquanto Dumbledore faz tudo para preparar a Escola para a batalha final que se avizinha, Harry procura a chave que permitirá destruir as defesas de Valdemort.
Entre os desafios maiores que representam a luta do Bem contra o Mal. Harry e os amigos não deixam de ser simples adolescentes e de, por isso, se envolverem paixões e intrigas próprias da idade...
De notar no entanto que o desaparecimento de uma das personagens é o ponto central deste episódio.
Continuando a tratar de matéria de ficção, sem que esta possa passar por matéria teológica, o agora mais maduro Harry Potter - criado pela escritora britânica J.K. Rowling e personificado pelo hiper-popular Daniel Radcliffe - continua a produzir um efeito mágico entre miúdos e graúdos, intrigando-nos com as aventuras enquanto levanta questões tão fundamentais como o Bem e o Mal, a Vida e a Morte, o Amor, o Ódio, a Perda, todos eles com uma profunda marca de transcendência.
Tudo bons pontos de partida para fomentar a maturidade dos mais novos que nos rodeiam.

Margarida Ataíde

Adaptação: Mano Belmonte

=o=o=o=o=

Homenagem à turma de cabelos brancos



Um jovem muito arrogante, que estava assistindo a um jogo de futebol, tomou para si a responsabilidade de explicar a um senhor já maduro, próximo dele, porque era impossível a alguém da velha geração, entender esta geração.

"Vocês creceram num mundo diferente, um mundo, quase primitivo"...o estudante disse alto e claro de modo que todos em volta pudessem ouvi-lo.

"Nós os jovens de hoje crecemos com a Internet, celular (telemóvel), televisão aviões a jacto, viagens espaciais, homens caminhando na Lua, nossas espaçonaves tendo visitado Marte. Nós temos energia nuclear, carros eléctricos e a hidrogénio, computadores com grande capacidade de processamento e..." numa pausa para tomar outro gole de cerveja.
O senhor aproveitou-se do intervalo do gole para interromper a liturgia do estudante em sua ladainha e disse:

-Você está certo, filho. Nós não tivemos essas coisas quando nós eramos jovens... por isso nós as inventamos. E você, um bostinha arrogante dos dias de hoje, o que você está fazendo para a próxima geração? -

Foi aplaudido ruidosamente, de pé !

Enviado por Mariza Dummar
Rio de Janeiro/Brasil

=o=o=o=o=

quinta-feira, julho 09, 2009

Crónica de Coimbra


Epidemia da gripe? Mas...porquê?

Tanto alarme assustador, devido a epidemia da gripe. Mas a gripe não existiu sempre? Mas...o que é a gripe? Não é uma constipação? Não é uma doença contagiosa resultante da infecção resultante da infecção pelo vírus "influenza", que, geralmente, infecta o tracto respiratório (nariz, seios nasais, garganta, pulmões e ouvidos)? A maior parte das pessoas recupera em uma a duas semanas. A gripe, como é do conhecimento público, é mais perigosa nas crianças pequenas, nos idosos, nos doentes com problemas do sistema imunitário (infectados pelo VIH ou transplantados), ou com doenças crónicas (pulmonares, renais or cardíacas). Anda p'raí toda a gente assustada, a correr para os "Bancos de Urgência" dos hospitais, devido a todo esse alarido difundido pelos canais da televisão. Mas...porquê?

Sabemos hoje, aliás desde há algum tempo já, que todos nascemos programados para vivermos mais ou menos 150 anos. Há notícias de pessoas que viveram até próximo dessa idade, pelo menos ultrapassaram em mais de duas décadas o século de existência, lá para a Geórgia, Uzbequistão, respirando bom ar, comendo produtos naturais, ignorando o "stress" e os fármacos. As doenças, os acidentes, em elevadíssima percentagem têm a sua origem nas condições sociais em que vivemos. Não se situam nem no lugar geométrico dos esforços do demónio e das inúmeras distracções de Deus, nem são obras dos insondáveis desígnios deste. Pura e simplesmente, resultam da má organização da vida humana, e do seu desacerto com a natureza.

Na Idade Média, e hoje ainda nos países subdesenvolvidos, a falta de higiene foi e é causadora de elevadas taxas de mortalidade infantil, as carências alimentares respondiam e respondem pelo raquitismo, por uma esperança de vida que consideramos agora curta. Mas são ainda as tensões da vida social ( o desemprego), o ar poluído, a alimentação irracional, pela sua composição, quantidade, frequência, modo de ingestão, tudo isto resultando de hábitos impostos pelas circunstâncias das relações sociais, o excesso do trabalho ou tão-só o seu ritmo dessincronizado, a ansiedade pelo dia de manhã, o desregramento, que provocam as doenças e os acidentes. Isso sim! Isso é que é uma epidemia! Um chefe de família, chegar a casa e deparar com sua esposa e filhos sem ter que lhes dar de comer! E haver outros...a "nadarem" em dinheiro, tipo "Ronaldos" e outros "craques" da bola!

Cruz dos Santos
Coimbra/Portugal

=o=o=o=o=


quarta-feira, julho 08, 2009

SANTO TIRSO EM FESTA ! VISITEM ESTA ENCANTADORA CIDADE...










A última homenagem ao 'Rei da Pop'

"Só quero dizer que, desde que nasci, foi o melhor pai que poderia imaginar. Só quero dizer que o amo". As palavras da filha de Michel Jackson, Paris, foram a melhor homenagem que o 'rei da Pop' podia receber na última cerimónia de adeus, realizada esta terça-feira no Staples Center, em Los Angeles...

Ler notícia completa
Adapt: Mano Belmonte

terça-feira, julho 07, 2009


"SE A FÉ NÃO É PENSADA, É NADA, É VAZIA"
(Arcebispo Gianfranco Ravasi)

Foto do Dia


O PRIMEIRO DIA DAS FESTAS DE SAN FERMIN, EM PAMPLONA, NÃO CORRERAM COMO O ESPERADO PARA O CAVALEIRO ESPANHOL PABLO HERMOSO DE MENDOSA, QUE CAIU DOP CAVALO QUANDO EM PLENA FAENA.
(Joseba Etxaburde/Reuters/CM)

AS MINHAS FÉRIAS !...

Cristiano Ronaldo deixa 85 mil adeptos em delírio...

Oitenta e cinco mil pessoas vibraram ontem com Cristiano Ronaldo no Estádio Santiago Bernabéu, num espectáculo que o próprio presidente do Real Madrid, Florentino Pérez, qualificou de "sem precedentes na história do futebol". Habituado às mordomias do futebol, ao mais alto nível, até Cristiano acusou a grandiosidade do momento, denotando grande emoção na altura de usar a palavra. "Impressionante", afirmou, confessando que nunca lhe passou pela cabeça haver tanta gente no estádio para o ver. "senti que as pessoas têm carinho por mim e tentei retribuir. Percebi logo que vou sentir mais pressão do que em Manchester", reconheceu, minutos depois de terminada a cerimónia de apresentação, lembrando que jogar no Real Madrid era um sonho de criança e que este foi um dos momentos mais maravilhosos da sua vida...

Ler notícia completa com VÍDEOS
Adaptação: Mano Belmonte

segunda-feira, julho 06, 2009

Crónica do Canadá

CRÓNICA DO CANADÁ

A nossa parte

É comum ouvirmos pessoas que reclamam da situação e continuam de braços cruzados.
De certa forma, é cómodo reclamar das coisas sem envolver-se com a solução para as mesmas.
No entanto, para que haja mudanças de profundidade, é preciso que cada um faça a parte que lhe cabe para o bem geral.
Reclamamos da desorganização, da burocracia, da corrupção, da falta de educação, da injustiça, esquecendo-nos de que a situação exterior reflete a nossa situação interior.
Não há possibilidade de fazer uma sociedade organizada, honesta e justa se não houver homens organizados, honestos e justos.
Em resumo, para moralizar a sociedade, é preciso moralizar o indivíduo, que somos cada um de nós, componentes da sociedade.
Se fizermos a nossa parte, sem darmos ouvidos "aos outros" que tentarão desanimar a nossa disposição, em breve teremos uma sociedade melhorada e mais feliz.

=o=o=o=o=

Pensamento da Semana
"Se a fé não é pensada, é nada, é vazia".
(Arcebispo Gianfranco Davasi)

Mano Belmonte
http://manobelmontecantor.blogspot.com
manoamano@sympatico.ca

Vaticano


Vaticano restaurou capela com as últimas obras-primas de Michaelangelo

A Capela Paulina, completamente restaurada, foi inaugurada na semana passada, com vésperas solenes presididas pelo Papa. As obras foram apresentadas, no Palácio Apostólico do Vaticano.

Esta é a capela privada dos Papas e contém as últimas obras-primas de Michelangelo, pintadas em 1542 e 1550: a Crucificação de Pedro e a Queda de Paulo.
Os trabalhos de restauro custaram mais de 3 milhões de Euros, segundo explicou aos jornalistas o Cardeal Giovanni Lajolo, presidente de governo do Estado da Cidade do Vaticano.
"Estou muito contente por que os trabalhos se concluíram em coincidência quase simbólica com o final do Ano Paulino, como se previa numa reunião com a Comissão externa de especialistas, no dia 30 de Setembro de 2008", disse.

Após uma minuciosa investigação, os trabalhos na Capela Paulina começaram em 2004, a pedido de João Paulo II e sob a direcção do historiador de arte Arnold Nesserfrath, com um grupo de restauradores de pinturas vaticanas dirigido por Maurício De Luca.
Segundo De Luca, estes trabalhos representaram "a tarefa mais exigente enfrentada pelo Laboratório de Restauração de Pinturas dos Museus do Vaticano", não só pela extensão da surperfície, mas também "pela complexidade dos problemas do ponto de vista técnico e pelas decisõoes relacionadas com a restituição estética final".

Os trabalhos incluem também a instalação de uma nova iluminação, que permite apreciar melhor os frescos.

A Capela Paulina encontra-se no primeiro andar do Palácio Apostólico Vaticano, perto da Capela Sixtina. Deve o seu nome ao Papa Paulo II (1534-1549), que a mandou construir.

Além das obras primas de Michelangelo, esta capela conta com outras grandes obras da história da arte que representam algumas passagens dos Actos dos Apóstolos. Entre elas, encontram-se os frescos elaborados por Frederico Zuccari (Baptismo do centurião Cornélio) e Lorenzo Sabatini (Lapidação de Estevão, Baptismo de São Paulo na casa de Ananias, Queda de Simão e Mago).

Segundo o director dos Museus do Vaticano, António Paolucci, estas obras "contam os principais episódios da vida dos santos Pedro e Paulo, fundamentos da hierarquia e da doutrina".


Fonte: Agência Ecclesia
Adaptação: Mano Belmonte


=o=o=o=o=

sábado, julho 04, 2009

VÍDEOSCLIPS: Entrevista com Mano Belmonte na Rádio-CHIN


Entrevista no programa 'Dois dedos de conversa' com Mano Belmonte na Rádio Internacional - CHIN - Apresentada e produzida por Cristina da Costa .

Mano Belmonte de alma e coração abertos: "A canção 'De Rosa ao Peito' (Rosa Branca) não é da Mariza... moralmente a mim me pertence"!...

Entrevista documentada com fotos e outros documentos nunca antes apresentados em público.

-o-o-o-o-o-o-

VÍDEOclip N.o 1 ============ VÍDEOclip N.o 2


Homenagem mais que merecida


RUY DE CARVALHO E EUNICE MUNOZ FORAM AGRACIADOS COM O GRAU DE DOUTOR HONORIS CAUSAM ATRIBUÍDO PELA UNIVERSIDADE DE ÉVORA. OS ACTORES DEDICARAM A DISTINÇÃO A TODA A CLASSE TEATRAL.
(Nuno Veiga/Lusa/CM)

sexta-feira, julho 03, 2009

Carta do Canadá - Fernanda Leitão


GAFFES PARA A HISTÓRIA

O parlamento português é como aquele anúncio do brandy Constantino: a fama vem de longe. Mais precisamente, vem dos finais da Monarquia: ali, sem reticências, Afonso Costa rosnava pela morte do Rei D. Carlos e outros chegaram a difamar a Rainha Dona Amélia. No período da I República, o parlamento refinou a má criação e, transformado em mercado de peixe, viu cadeiras partidas e até um deputado de arma em punho. O interregno salazarista não introduziu educação no país, mas optou pela repressão, e todos ali tinham de ser como o homem de Santa Comba Dão: palavras medidas, cigarros nenhuns e chapéu de feltro no final dos trabalhos. Era a verdadeira clonagem do ditador.
Com a revolução do 25 de Abril de 1974, cedo se viu que o parlamento iria repetir a prática do parlamento saído da revolução do 5 de Outubro de 1910.
Em boa verdade, há já muito tempo que o povo olha, desgostoso e revoltado, para aquele pátio que é obrigado a pagar.
Por aquela sala de sessões tem passado tudo: palavrões, ameaças, difamações, graçolas, mentiras, o que se queira.
Nos anos 80 até por lá passou uma deputada italiana, a Cicciolina, que exibiu um farto seio a sobrar-lhe do decote, porque era uma rapariga muito dada e generosa, e os deputados não reclamaram nem se lembraram do "respeito à instituição". Uma ocasião a poetisa Natália Correia, então deputada, escreveu uns apimentados e bréjeiros versos a um colega que tinha ideias feitas acerca do acto sexual, e todos se riram muito, o que se compreende porque o tal era da direita. Acrescente-se a isto as difamações e mentiras que por ali têm rolado alegremente.
No entanto, agora que Manuel Pinho, o demitido ministro da Economia, perdeu as estribeiras e esticou os polegares junto à testa, talvez a chamar garraio ao garoto que o estava a querer espezinhar, os comunistas gritaram que nem virgens ofendidas. Todos ele estalinistas, os do PC que herdaram de Álvaro Barreirinhas Cunhal, aqueles dum bloco dirigido por um sujeito que parece uma sandes de caviar em pão saloio e também aqueles que são melancias, verdes por fora e vermelhos por dentro. Mas todos da mesma matriz e bebendo da mesma fonte.
E no entanto, essa gritaria não ficará para a história. Para a história ficam as palavras dos pimpões que afrontam essa gente que, embora eles julguem que não, o chamado povo unido detesta e em quem não confia. Um bom exemplo disso foi dado pelo almirante Pinheiro de Azevedo que, sendo primeiro ministro a quando do cerco que os comunistas fizeram ao parlamento, foi à varanda de São Bento, em transmissão televisiva directa para o país, os mandou, alto e bom som, abaixo de Braga. Pinheiro de Azevedo, que era bom homem, não seria bom primeiro ministro, ou não teria tido oportunidade de o ser, mas o povo recorda-o com carinho, e secreto orgulho, por ele ter dito o que o país inteiro queria ter dito. Vai acontecer o mesmo com Manuel Pinho. Basta conhecer o povo português, o povo do interior, o povo do trabalho. E também basta correr os comentários de leitores nos jornais e e o que vai pelos blogues.
Porque, para quem não sabe e para quem já se esqueceu, os comunistas não querem um regime democrático em Portugal e tudo farão para o deitar abaixo. Legítimos e directos herdeiros de Cunhal, o cão fiel da União Soviética das purgas, dos gulags e dos assassinatos, estes de agora não esquecem o que ele disse, em 1975, numa entrevista a Oriana Fallaci: antes queria uma ditadura, ainda que sangrenta como a de Pinochet, do que uma democracia burguesa. Se ainda os temos a fazer confusões e misérias, a Melo Antunes e à cobardia geral o devemos, pois as contas deviam ter sido acertadas no 25 de Novembro. Como, de resto, as contas com a pide e o salazarismo deviam ter sido feitas em 1974. Essa cobardia deu nesta misturada fatal. O que é perigoso.

=o=o=o=o=

SANTO TIRSO : Festas de S. BENTO




quinta-feira, julho 02, 2009

Crónica de Coimbra


O nosso Portugal querido...!

Desventrado, retalhado em fracções...este "jardim à beira mar plantado", lá vai sobrevivendo debaixo de um "temporal" de corruptos e não só! Somos uma ponte de terra a entrar pelo oceano adentro. Os ventos que nos trazem as chuvas ácidas, trazem-nos também sementes de toda a bacia mediterrânea, do Norte de África, do Norte da Europa, Brasil, do México e agora até da Guiné, São Tomé, Ucrânia, Polónio, e Cuba! Tudo vem cá parar! Não plantado, mas semeado à beira mar, pelas sementes trazidas pelos ventos, em Portugal tudo se dá, desde cactos, vindos das securas mexicanas, passando pelos líquenes, até bananeiras tropicais e outros "manjericos" pertencentes " à raia miúda", ou aos "raios que os partam a todos"!

E homens houve, no tempo dos Descobrimentos, que de mais remotas paragens nos trouxeram espécimes exóticos que por cá vegetam. Não nos falta nada! Foi a tuberculose, as hepatites, as cirroses, a droga, seguido dos HIV (Sida) e, actualmente até os vírus da gripe dos tipos A e B, que estão normalmente associados a epidemias que podem originar hospitalizações ou morte. Tudo por cá tem passado. Das culturas tradicionais, entre nós, destacava-se da vinha. Tempos houve em que se disse que "beber vinho dá de comer a um milhão de portugueses". Hoje, diz-se: "beber vinho...dá uma diarreia danada a dois milhões de "Tugas"! Está tudo mudado. Mudam-se os tempos e mudam-se as vergonhas. É que, naquela altura, perseguiam-se os "mixordeiros", e estes, eram presos e "arrotavam" com pesadas multas. Hoje, com esta coisa da União Europeia, tendes vinhos loteados. Vive-se de expedientes. A contingência dos crimes económicos retira-lhes frequentemente a censura ética por parte das populações. O que, se no caso dos contrabandistas tem conotações românticas, no dos "mixordeiros" a uma atitude que leva a minimizar as normas morais, que é o chamado laxismo!

Pelo menos o chamado vinho do Porto continuará a provir das encostas alcantiladas do Douro, esperamos todos. Graças à Grã-Bretanha. É que as culturas forrageiras sempre foram incipientes. Tínhamos hortas, alguns pomares; tínhamos pesca (boa sardinha, peixe espada, carapau, polvo e outros). Tínhamos uma agricultura, com boa uva, doces laranjas, dióspires, boas peras, bananas da Madeira, maçãs, cereja, ameixas, pêssegos, etc., etc...Hoje...temos mangas, cajus, maçã da Índia, e outras frutas oriundas do equador, da Venezuela, do Brasil e do "Cú de Judas"! Até os pinhais, que fizeram ouvir uma "voz da Terra ansiando pelo mar", fruto da visão ampla de um rei "plantador de naus a haver", na metáfora arguta do poeta, vão sendo substituídos por eucaliptais, para a produção da pasta do papel, sôfregos que secam a terra. Nesta época de busca de lucros rápidos ninguém mais replanta um pinhal que leva quarenta anos a fazer-se!

Ai Portugal, Portugal...quem te viu e quem te vê?!

Cruz dos Santos
Coimbra/Portugal

=o=o=o=o=

"NA MISTURA DO VERDADEIRO COM O FALSO, O VERDADEIRO RESSALTA A FALSIDADE E O FALSO IMPEDE QUE ACREDITEMOS NO VERDADEIRO"
(autor desconhecido)

Foto do Dia


FOI DIVULGADA O QUE SE SUPÕE SER A ÚLTIMA FOTO DE MICHAEL JACKSON. FOI TIRADA A 23 DE JULHO, DOIS DIAS ANTES DA MORTE, DURANTE UM ENSAIO. O CANTOR TINHA AGENDADOS 50 CONCERTOS. O PRIMEIRO OCORRERIA NO INÍCIO DE JULHO, EM LONDRES.
(Kevin Mazur/Reuters/CM)

terça-feira, junho 30, 2009

Viagem única






Tem razão quem diz que os homens são o contrário das montanhas. Ao longe parecem grandes. Próximos, nota-se a sua pequenês. Ao contrário das montanhas. O nosso próximo é mesmo um problema. Próximo, no lugar e no tempo. De tal modo que muitas análises sociais, políticas, culturais e religiosas consideram sempre melhor o que está longe no tempo e no espaço. Assim se descrevem as maravilhas do passado. Nas famílias, nas escolas, nas canções, na Igreja, na vida política e nessa espécie de praga democrática que é a intervenção telefónica em fóruns de rádio e televisão.
Se não se fala do passado evoca-se o distante: para lá muito a Norte ou muito a Sul. Mas distante, inacessível, burilado pela imaginação ou pelo indemonstrável. Para facilitar, diz-se "lá fora, no estrangeiro". Enfim, tudo o que não é aqui ou agora.
Esse é o problema: fugir ao que está ao nosso alcance e ocupa o nosso quotidiano, as nossas conversas, as anedotas que contamos, as preocupações que revelamos, aquilo para que a língua está sempre afiada, distanciando-nos da responsabilidade, do compromisso, do interesse mínimo em oferecer o nosso contributo para a resolução. Divertindo-nos com o enigmas para nos esquivarmos ao compromisso e acção concreta.
Esta é uma questão essencial no lugar e no momento que atravessamos. O lugar é muito mais que o pequeno rectângulo a que temos relutância, em certos momentos, de chamar pátria, húmus donde provimos e donde queremos um dia partir. Dizemos que é "este país" para que nos não atinja nem comprometa, nem sequer envolva. Vamos resolvendo o nosso imediato e gerindo o resto de sorte que nos toca, de não estarmos sem abrigo e termos sobre a mesa, ainda que nunca abundante ou mesmo um pouco embolorado, o pão de cada dia.
A decisão é exactamente esta: a nível individual e colectivo assumirmos que este é o nosso tempo e o nosso lugar, onde estamos "inscritos" na história e onde o nosso remo não pode ser entregue a mais ninguém.Esta é a nossa onda, o nosso mar e a nossa única viagem antes do eterno. Quem somos nós para nos colocarmos numa varanda imaginária a ver passar um cortejo a que queremos ser alheios? O nosso lugar, a nossa vocação cristã é aqui e agora.

António Rego

Adaptação: Mano Belmonte

=o=o=o=o=

IRONIA NO SEU MELHOR






90 pessoas apanham a gripe suína e
toda a gente quer usar uma máscara.

Um milhão de pessoas tem SIDA e ninguém
quer usar um preservativo.

=o=o=o=o=o=o=o=o=o=o=o=o=o=o=o=o=

Gigantescos...mas leves

Os maiores animais que já andaram sobre a superfície terrestre podem não ter sido tão grandes quanto se imaginava. De acordo com um estudo da Universidade do Estado de Colorado, alguns dinossauros teriam menos de metade do peso corporal que estimamos actualmente...

Notícia completa
Adapt: Mano Belmonte

Quantos cisnes há no Tamisa?

Contar os cisnes do rio Tamisa pode parecer uma excentricidade, mas é uma tradição da casa real britânica que remonta ao século XII. A contagem deste ano foi anunciada e terá lugar entre os dias 20 e 24 Julho...

Notícia completa
Adapt: Mano Belmonte