Acerca de mim
Capa exterior do último CD em alusão aos 50 Anos de Carreira de MB.
CD «50 ANOS DE CANTIGAS» (Compilação de 20 temas musicais de sucesso na carreira do artista Mano Belmonte)
Capa interior do último trabalho em CD "MB - «50 Anos de Cantigas».
MB - Resumo biográfico pelo Jornalista José Mário Coelho - Toronto/Canadá 2010
Jornal "Portugal Ilustrado" - Toronto/Canadá
RECOMEÇAR...
-Recomeçar-
Com mais de três décadas a vivermos na diáspora, fechamos os olhos tentando fazer uma retrospetiva das coisas boas e menos boas que nos aconteceram ao longo dos anos...Batemos de frente com um enorme painel branco na nossa mente, reprimimos a vontade de um choro convulsivo para, de imediato, pensarmos que, hoje, é um bom dia para enfrentar novos desafios...
O ser humano é feito, entre outras coisas, de sonhos, ideais, expectativas...
O futuro, apesar dos percalços e obstáculos do presente, sempre se desenha com bons ventos, melhorias e conquistas. Por isso, sempre devemos prosseguir lutando, doando o melhor de nós na busca de objectivos e metas.
Neste percurso, à medida que nos esforçamos, alcançamos degraus intermediários e vitórias parciais que nos animam e estimulam em frente. Ser reconhecido pelos que nos cercam, parentes, amigos ou gente anónima, é um grande incentivo.
Dizer-lhes o quanto foi importante todo este carinho e amor dedicados ao longo dos anos, os elogios reconhecendo virtudes, tendo em mente que colhemos tudo o que plantamos nesta escalada da montanha da vida onde aprendemos a subir e a descer, cair e levantar, mas voltar sempre com a mesma coragem. Não desistir nunca de uma nova felicidade, uma nova caminhada, uma nova paisagem, até chegar ao topo da montanha .
Recomeçaremos por abrir novos espaços mentais e físicos. Aproximarnos-emos, dos familiares, dos velhos amigos, de pessoas alegres e sem preconceitos, da terra que nos viu nascer... Atirar para longe os ressentimentos, as mágoas, os melindres que impedem a felicidade entrar.
Dividirnos-emos entre duas Nações que amamos e repartiremos nosso coração entre chegadas e partidas, alegrias e ânsias.
Recomeçar uma nova vida é só uma questão de querer. Se quisermos. Deus quer.
Mano Belmonte
BLOG «Canções & Emoções» por Mano Belmonte
segunda-feira, fevereiro 15, 2010
domingo, fevereiro 14, 2010
Mano Belmonte 'CORAÇÃO GIGANTE'
'CORAÇÃO GIGANTE'
Será o título genérico do novo Álbum Musical de Mano Belmonte.
Uma produção do internacional músico e engenheiro de som, o luso-canadiano Hernáni Raposo ( Midi-Tech Studio).
Músicas e Edição da responsabilidade de Luis Bettencourt.
Letras (Poesia) escritas prepositadamente pelos mais creditados poetas da diáspora luso-canadiana.
Uma produção de alto nível musical onde impera a sensibilidade, qualidade e o bom gosto dos intervenientes neste trabalho discográfico que Mano Belmonte considera como uma das suas últimas gravações em 46 anos da sua carreira musical (MB gravou o seu primeiro disco comercial em 1964).
'CORAÇÃO GIGANTE'
Está previsto seu lançamento no Canadá e nos Açores na Primavera/Verão/2010
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O que o telemóvel faz...
Há algumas coisas que se podem fazer em situações de emergência e o telemóvel pode, na verdade, ser um salva-vidas ou uma ferramenta de sobrevivência. Ora toma bem atenção a estas coisas que se podem fazer com ele:
PRIMEIRO:- Emergências
O número internacional das emergências para o telemóvel é o 112. Se te encontrares sem rede numa situação de emergência liga o 112 e o telemóvel vai procurar qualquer rede disponível para se ligar ao 112. E o mais engraçado é que esse número pode ser marcado mesmo se o telemóvel estiver bloqueado. Ora experimenta...
SEGUNDO:- Trancaste as chaves dentro do carro?
Se o teu carro tiver um comando de abertura de portas, talvez isto te possa ser útil um dia. Aqui está uma óptima razão para se ter um telemóvel: se trancaste o carro com as chaves lá dentro e tens um outro comando do carro em casa, liga para o telemóvel duma pessoa que se encontre em casa, afasta-te cerca de meio metro da porta do carro e pede à pessoa que ligaste para carregar no comando para abrir a porta, mantendo-o próximo do telemóvel. O teu carro abrir-se-á. E assim poupa-te uma viagem até casa para buscar o outro comando. Neste caso a distância a que te encontras da pessoa a que ligaste não é problema, podes até estar a centenas de km de distância. Agora experimenta!
TERCEIRO:- Bateria escondida
Imagina que a bateria do teu automóvel está em baixo. Para carregar, digita *3370# e o telemóvel carregará com uma reserva que se encontra escondida e mostrará um aumento em 50% da bateria disponível. Esta reserva carregará automaticamente na próxima vez que carregares o telemóvel.
QUARTO:- Como desactivar um telemóvel roubado?
Para obter o número de série do teu telemóvel digita *#06# Um código de 15 números aparecerá no ecrã e é único para o cada telemóvel. Agora toma nota deste número e guarda-o num sítio seguro. Na eventualidade de o teu telemóvel ser roubado podes ligar para o teu operador, dar este código e pedir que bloqueiem o teu telemóvel. O telemóvel ficará sem utilidade nenhuma mesmo se o ladrão tiver mudado o cartão SIM. Provavelmente não recuperarás o telemóvel roubado mas ficas a saber que quem quer que o tenha não poderá utilizar ou vender.
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sexta-feira, fevereiro 12, 2010
Crónica de Coimbra
QUE "BOÇALIDADE PRETORIANA"!
Vozes discordantes provindas dos deputados da oposição, controlo e vigilância sobre Órgãos da Comunicação Social, divergências políticas constantes sobre o défice, sobre a política fiscal e monetária, taxas de juro, aumento de impostos, debates e mais debates no Parlamento sobre as escutas telefónicas, sobre o desemprego, reunião do Conselho de Estado, género "Junta de Salvação Nacional", enfim, um assombro que tem vindo a rodear e a preencher todo esse grupo de responsáveis pelo Estado da Nação, interligado a este impasse nacional. O país suspenso dos seus movimentos, a sabê-los em momentos conciliábulos com os detentores do poder, mergulhados em intrigas quezílias burocráticas, atormentados pelas dores de "parirem" o pontapé decisivo no traseiro "comunistóide" de alguns dirigentes políticos, a forjarem razões de peso para injectarem na duplicidade do Presidente a coragem de uma definição. E ei-los, fulminantemente, caídos de borco, neste barco ébrio dos noctâmbulos da revolução. Eleições antecipadas? Gestores e Economistas ao poder? Aproxima-se a hora que marca o fim... até onde juraram ir estes últimos "argonautas da revolução perdida", ou democratas gordos, enfarpelados e despesistas: se falharem, resta a "boçalidade pretoriana" de uma qualquer direita a emergir desta argamassa de oportunistas, herdeiros das repressões que vêm assinalando a sua galopante implantação.
Espectralmente excitada com a presença dos heróis e poetas, de uma luta cujo desfecho no fundo só confia à Nossa Senhora de Fátima, onde alguém, com um olho (nesta terra de cegos), consegue vislumbrar melhor que qualquer outro, que se desgarra em sátiras políticas, distribuindo gargalhadas terapêuticas entre a fidalguia, capitalistas e a "gentalha"! A revolução desvaira no riso destes protagonistas do seu episódio mais vibrante, por entre manifestações carnavalescas, onde o riso é o diluente mágico das suas incertezas. Esta paragem na "tasca", é a dissimulação de um enervado compasso de espera, entre uma "imperial" e o croquete de carne, onde é anunciada, como ameaça, a greve alusiva aos aumentos salariais... a juntar (muitos deles), aos chorudos vencimentos que auferem! É esta a "engrenagem" polémica, que tem vindo a envolver aqueles abastados revolucionários de meia-tigela, egoístas na sua "pedinchice" e agiotas no seu deambular constante cómico de se apalaçar nos "salvadores da Pátria" que ninguém quer.
Trágicos palhaços, que não fazem rir!
Cruz dos Santos
Coimbra/Portugal
quinta-feira, fevereiro 11, 2010
Mano Belmonte - Amor da minha vida -HAPPY VALENTINE'S DAY-
A origem do 'Dia dos Namorados' é remota e encontra-se envolta em lendas e tradições ancestrais.
Contudo, a que apresenta maior consistência é ligada a São Valentim, um sacerdote romano que casava, secretamente, os casais apaixonados, durante o reinado do cruel imperador Cláudio.
Este ano aprendi...
Este ano aprendi que é preciso deixar que a vida te despenteie, por isso decidi aproveitar a vida com mais intensidade...
O mundo é louco, definitivamente louco...
O que é gostoso engorda. O que é lindo custa caro. O sol que ilumina o teu rosto enruga. E o que é realmente bom dessa vida, despenteia...
-Rir às gargalhadas... despenteia.
-Viajar, voar, correr, entrar no mar... despenteia.
-Tirar a roupa... despenteia.
-Beijar a pessoa amada... despenteia.
-Brincar... despenteia.
-Cantar até ficar sem ar... despenteia.
-Dançar até duvidar se foi boa a ideia colocar aqueles saltos gigantes essa noite, deixa seu cabelo irreconhecível...
Então, como sempre, cada vez que nos vejamos eu vou estar com o cabelo bagunçado. Mas pode ter certeza que estarei passando pelo momento mais feliz da minha vida!
É a lei da vida: sempre vai estar mais despenteada a mulher que decide ir no primeiro carrinho da montanha russa, que aquela que decide não subir.
Pode ser que me sinta tentada a ser uma mulher impecável, toda arrumada por dentro e por fora.
O aviso de páginas amarelas deste mundo exige boa presença: Arrume o cabelo, coloque, tire, compre, corra, emagreça, coma coisas saudáveis, caminhe direito, fique séria... e talvez devesse seguir as instruções. Mas quando vão me dar a ordem de ser feliz?
Por acaso não se dão conta que para ficar bonita eu tenho que me sentir bonita? A pessoa mais bonita que posso ser!
Mas o que realmente importa é que ao me olhar no espelho, veja a mulher que devo ser.
Por isso, minha recomendação a todas as mulheres (e homens também, vai):
Se entregue! Coma coisas gostosas. Beije. Abrace. Dance. Apaixone-se. Relaxe. Viaje. Pule. Durma tarde, acorde cedo. Corra. Voe. Cante. Arrume-se para ficar linda...arrume-se para ficar confortável!
Admire a paisagem, aproveite e acima de tudo, deixe a vida te despentear!!!
E o pior que poderá acontecer é que rindo frente ao espelho, você precise se pentear de novo...
Mariza Dummar
Rio de Janeiro/Brasil
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quarta-feira, fevereiro 10, 2010
terça-feira, fevereiro 09, 2010
segunda-feira, fevereiro 08, 2010
CARTA DO CANADÁ
Fernanda Leitão
Fernanda Leitão
CÁ COMO LÁ
Desde que vivo no Canadá, houve dois referendos na província do Quebeque para se apurar se os seus habitantes queriam ou não a independência. Ganhou sempre o Não. No último até houve um chefe de fila separatista que, perante a derrota, a atribuiu iradamente aos imigrantes. Nunca percebi a surpreendida cólera do político e por duas razões: porque as pessoas emigraram para o Canadá e não para o Quebeque e porque, sendo que quem emigra fica a dever esse desgosto a aventureirismos políticos nos seus países de origem, é óbvio que ninguém vindo de fora quer contribuir para mais sarilhos. Portuguesente falando, quer sopas e paz.
O fenómeno político interessou-me e tenho-o seguido atentamente. Fiquei a perceber que, no Quebeque, o movimento separatista é republicano, de candeias às avessas com a Igreja Católica e daquela esquerda engraçada que, depois de ter a lua, quer também o sol. As exigências para a independência falaram por si : queriam do Canadá a mesma moeda, as pensões de reforma e o sistema de saúde (que é universal e gratuito). Mas independentes, com lugar na ONU e direito a dizer do Canadá o que lhes apetecesse. Para mim, que sou do Sul da Europa e lascarina, esta postura fez-me lembrar aqueles filhos malandrecos, abardinados, que querem pôr-se independentes com uma parte da casa paterna transformada em suite de porta para a escada, mais cama e mesa e roupa lavada, e uns trocos para a bica. Não era para levar a sério. O Canadá inglês também não levou e até tem o partido separatista no parlamento federal. Este lado do Canadá, que vai do Atlântico ao Pacífico, é de matriz britânica, tem nos genes a paciência que calcula o futuro, parece que deixa andar mas está só à espera que a fruta amadureça. Há dias o jornalista Paul Krugman, a propósito de a banca canadiana ter aguentado firme durante a crise financeira que abalou o mundo, disse que o Canadá é "sansaborão" e "chato". Será como ele diz, mas faz bem. É como as termas, água e pasmaceira, mas o bem que aquilo faz.
Acho que a Madeira é muito parecida com o Quebeque. A diferença é que por cá ninguém se alia aos do Quebeque para ganhar eleições ou para exigências que ponham em problemas o país. Para estes políticos, com todos os defeitos que possam ter, o Canadá está primeiro. É toda uma diferença que os portugueses acabarão por reconhecer.
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Cão ri-se sempre que vê o dono
Se pensa que já viu tudo, delicie-se com esta: um cão japonês, de raça Shiba Inu, passa o tempo a rir-se! 'Chili', assim se chama o simpático animal, ganhou fama após ter surgido precisamente a rir num vídeo na internet...
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Adolescente enfrenta seis touros em Espanha
Um jovem espanhol de 16 anos enfrentou seis touros na tarde do passado sábado num número considerado de alto risco e normalmente protagonizado por veteranos das lides...
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sábado, fevereiro 06, 2010
Carta da Terceira/Açores
Caros amigos
Como sabem, entrou em vigor no passado mês de Janeiro de 2009 o novo acordo ortográfico da Língua Portuguesa. Por mais explicações que os entendidos destas coisas possam apresentar, das vantagens deste acordo, eu não entendi quase nada. Talvez porque estou a ficar velho, ou então sou aquilo a que em Português se chama "BURRO". A língua Inglesa tem formas bastante diferentes de se falar conforme o País e são muitos mais onde ela se fala comparando com a nossa língua. Nunca eles os "Ingleses", precisaram de um acordo ortográfico para que a sua tivesse o impacto a nível universal como tem.
Por isso, decidi continuar a escrever o meu Português como o aprendi, até porque fazendo isso estarei de uma certa forma a preservar para as gerações vindouras a forma como se escrevia a nossa língua. Os meus netos e bisnetos irão gostar deste meu esforço.
Portanto é bem possível caros amigos, que daqui para a frente, encontram alguns erros no meu Português, mas esses, serão do Português que eu escrevo e não daquele que "ELES" querem que eu e todos escrevam.
Deveria haver um acordo ortográfico para evitar a mistura de palavras Inglesas na nossa língua, isso sim é uma necessidade e uma VERGONHA para todos nós. Chamo a atenção que não sou contra a língua Inglesa (é a minha segunda língua). É muito importante e cada vez mais necessário saber mais que uma língua, mas a defesa e consolidação de qualquer língua não se faz com acordos ortográficos desta natureza, mas sim com a PROÍBIÇÃO da COLONIZAÇÃO de uma por outra, e isto é o que está a acontecer connosco. Língua é cultura e património e parece-me que os ditos especialistas nada estão preocupados, o que é imperdoável e por isso crime. Isto sim levará ao desaparecimento da Língua Portuguesa.
Nada disto tem haver com saudosismo, não tenho idade para isso
Sinceramente aquele abraço
Adelino Vieira
Terceira/Açores
Como sabem, entrou em vigor no passado mês de Janeiro de 2009 o novo acordo ortográfico da Língua Portuguesa. Por mais explicações que os entendidos destas coisas possam apresentar, das vantagens deste acordo, eu não entendi quase nada. Talvez porque estou a ficar velho, ou então sou aquilo a que em Português se chama "BURRO". A língua Inglesa tem formas bastante diferentes de se falar conforme o País e são muitos mais onde ela se fala comparando com a nossa língua. Nunca eles os "Ingleses", precisaram de um acordo ortográfico para que a sua tivesse o impacto a nível universal como tem.
Por isso, decidi continuar a escrever o meu Português como o aprendi, até porque fazendo isso estarei de uma certa forma a preservar para as gerações vindouras a forma como se escrevia a nossa língua. Os meus netos e bisnetos irão gostar deste meu esforço.
Portanto é bem possível caros amigos, que daqui para a frente, encontram alguns erros no meu Português, mas esses, serão do Português que eu escrevo e não daquele que "ELES" querem que eu e todos escrevam.
Deveria haver um acordo ortográfico para evitar a mistura de palavras Inglesas na nossa língua, isso sim é uma necessidade e uma VERGONHA para todos nós. Chamo a atenção que não sou contra a língua Inglesa (é a minha segunda língua). É muito importante e cada vez mais necessário saber mais que uma língua, mas a defesa e consolidação de qualquer língua não se faz com acordos ortográficos desta natureza, mas sim com a PROÍBIÇÃO da COLONIZAÇÃO de uma por outra, e isto é o que está a acontecer connosco. Língua é cultura e património e parece-me que os ditos especialistas nada estão preocupados, o que é imperdoável e por isso crime. Isto sim levará ao desaparecimento da Língua Portuguesa.
Nada disto tem haver com saudosismo, não tenho idade para isso
Sinceramente aquele abraço
Adelino Vieira
Terceira/Açores
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Quadro de Picasso vendido por mais de nove milhões
O quadro "Tête de Femme". da autoria de Pablo Picasso em honra da sua segunda mulher, Jacqueline, foi vendido por 8,1 milhões de libras (9,3 milhões de euros) durante o leilão da casa Christie's, em Londres...
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Crónica de Coimbra
E A NOSSA JUSTIÇA, COMO É?
Alguns emigrantes regressados a Portugal, sentem-se como náufragos e bradam: "Mas este é que é o meu Portugal. Este é que o país onde vivi? Eu quero é voltar para a ilha!" Não se atiram p'rágua, como fazia aquela personagem nas comédias apresentadas pela TV., mas ficam atónitos com as mutações havidas após o 25 de Abril. E sentem-se assim porquê? O que vêm em Portugal que os traumatiza assim tanto? Ora bem, nós estamos numa situação desagradável e o problema é que esta situação adivinhava-se, em relação a um país que deixou de produzir e tem vindo a apoiar-se no turismo, no sol, nos serviços, nalgumas empresas com capacidade de inovação e de intervenção, e mais nada. Agora, estamos perante um problema de desemprego que já se adivinhava e estamos sistematicamente a dizer que a responsabilidade por todas as desgraças, aqui em Portugal, é da situação internacional. Outros alegam, que a "Justiça tem graves responsabilidades nesta matéria". É uma imagem não muito boa mas há toda uma série de casos mediáticos: Casa Pia, Apito Dourado, Corrupção, Banca, Freeport, escutas telefónicas, etc. e esperasse que no fim se faça Justiça. O Povo está desiludido com toda essa morosidade. Ainda têm esperanças de que se comece a fazer justiça, que a Justiça actue independentemente do poder político. Sabemos que há questões complicadas; que há Juízes idóneos, que fazem o que podem, têm "pilhas" enormes de processos que até levam para casa e trabalham à noite. Que os distintos Serviços das Direcções de Investigação e Acção Penal (DIAP's), tudo têm feito, para combater o crime organizado, como também para despoletar uma "guerra" sem tréguas ao crime do "colarinho branco", terrorismo, corrupção e outros.
Os tribunais continuam mal instalados e a funcionar mal. São os adiamentos, a morosidade na resolução deste ou daquele processo, a falta de Juízes, etc... Por tudo isto é que, grande parte das pessoas com problemas com os ladrões ou com o património, ou até de outro tipo, não fazem queixa à Polícia, para evitarem uma carga de trabalhos. Porque se fizerem queixa, vão ter de ir lá prestar declarações não sei quantas vezes, e depois, passados sabe-se lá quantos meses ou anos, é que os chamam, por razões que têm a ver com os tribunais; e as pessoas andam metidas nisto, perdem o seu tempo, dinheiro em despesas com o transporte, porque muitos moram longe, portanto, fogem de apresentar queixa. Por outro lado, a criminalidade anda aí em força, cometidos por "mafiosos", que se aproveitam destas situações. Depois foi a época das caixas "multibanco", levaram tempo a tomar medidas, e, actualmente, tem-se vindo a registar a falta de policiamento (não se vê segurança nenhuma nas ruas). Mas onde pára a Polícia? Uma coisa é certa, salvo melhor opinião, jamais teremos uma Justiça capaz sem melhor comunicação social, sem melhor Polícia, sem melhor Código Penal.
Cruz dos Santos
Coimbra/Portugal
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sexta-feira, fevereiro 05, 2010
Foto do Dia
BONECOS DE NEVE SÃO VISTOS DURANTE UMA EXPOSIÇÃO EM BERLIM QUE TEM COMO OBJECTIVO RELEMBRAR OS PERIGOS DO AQUECIMENTO GLOBAL.
(Fabrizio Bensch/Reuters/CM)
quinta-feira, fevereiro 04, 2010
Mano Belmonte foi convidado para entrevista a programa radiofónico do Brasil...
PORTUGAL SEM PASSAPORTE, é um programa de rádio luso-brasileiro, sediado em Fortaleza/Brasil e transmitido por FM-TROPICAL 92.9 no popular 'CANAL FORRÓ' de larga audiência.
PORTUGAL SEM PASSAPORTE,é um programa de rádio de larga audiência pelo interesse da diversidade de programação e música apresentada... é transmitido aos Domingos de manhã pelas 8h00 (Hora do Brasil) tendo como responsável da produção e apresentação - GRACIANO COUTINHO -.
PORTUGAL SEM PASSAPORTE,é um programa de rádio de larga audiência pelo interesse da diversidade de programação e música apresentada... é transmitido aos Domingos de manhã pelas 8h00 (Hora do Brasil) tendo como responsável da produção e apresentação - GRACIANO COUTINHO -.
PORTUGAL SEM PASSAPORTE, convidou o artista luso-canadiano MANO BELMONTE a uma entrevista (via telefone) que será transmitida neste Domingo - 7 de Fevereiro - a partir das 8h00 da manhã (Hora do Brasil).
- Esta entrevista, insere-se principalmente num debate esclarecedor sobre a canção 'De Rosa Ao Peito' que o cantor Mano Belmonte popularizou e canta-a há mais de três décadas e que a fadista Mariza gravou recentemente...
PARA OUVIR SINTONIZE:
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Crónica do Canadá
Crónica do Canadá
DEVÍAMOS PENSAR NA MORTE...
Devíamos pensar na morte. Analisá-la. Não como quem mede um inimigo, para ver se é possível derrotá-lo, mas como quem olha para dentro de si mesmo com o objectivo de se conhecer...
De todos os seres vivos, só o homem possui o conhecimento certo de que vai morrer. Esse conhecimento - manifestação de grandeza do homem - é luminoso e útil; permite-nos saber o que é e o que somos e o que são realmente todas as coisas; permite-nos tirar conclusões sobre o sentido da nossa existência - temporária, passageira - neste planeta que deambula num universo imenso.
Há muitas coisas que adquirem uma importância e uma cor diferentes no momento em que um médico vem nos dizer que temos apenas umas semanas de vida. Que importa então se o nosso clube ganhou ou perdeu, se o jantar é carne ou peixe, se visto esta camisola ou aquela, se certa pessoa disse aquilo de mim?...
Visto à luz da morte, tudo isto adquire a sua verdadeira envergadura. E entendemos, então, o que é importante e o que não é tanto. Ilumina-se o nosso olhar. E isso é útil para nós. Tira-nos de certos enganos a que somos extremamente atreitos.
Temos visto frequentemente como tantas pessoas orientaram a sua vida de acordo com as conclusões que tiraram de pensar na morte. Uns, considerando-a como final absoluto da existência, dedicaram os seus dias a satisfazer ao máximo os apetites, a obter o máximo possível de prazer...antes de que tudo acabasse. Outros consideraram que era possível viver eternamente - viver depois disto - e impuseram a si mesmos uma forma de vida com regras bem diferentes das dos outros, de forma a possuírem a esperança. Trocando o conhecido pelo desconhecido, o imediato pelo distante, o pequeno pelo grande.
Mas nós... temos medo. Custa-nos pensar na morte. Gostamos de viver - porque a vida é uma coisa fantástica - e nem queremos pensar em pensar que ela possa terminar. Adiamos uma análise, uma luz e uma orientação que de todo nos são necessárias.
Temos muito tempo...E apressamo-nos a pensar noutra coisa quando a morte toca em alguém que estava perto de nós. E procuramos distracções, para fugirmos a uma reflexão que a nossa natureza nos exige. E ocupamo-nos em futilidades.
Temos muito tempo... Mas o tempo é qualquer coisa que se corta num golpe súbito de tesoura, quase sempre sem aviso. Três semanas, três anos. Trinta anos... O tempo é apenas tempo. É água que escorre entre os dedos das mãos.
A verdade é que não temos muito tempo.
Enquanto cometemos a tolice de ir vivendo como se fossemos viver...sempre. A nossa vida está ás escuras, à espera de um acto de coragem que lhe de cor e sentido.
Pensamento da Semana
"A morte é mais universal do que a vida; todos morremos, mas nem todos vivemos"
(A. Sachs- actor inglês-1930)
Mano Belmonte
quarta-feira, fevereiro 03, 2010
As Rosas Nunca Morrem
Morreu a actriz com alma de poeta
Os lamentos surgem da televisão, literatura ou cinema. Elogiam-lhe a arte de contar histórias, o gosto pela conversa e a polivalência. Rosa Lobato Faria deixa, aos 77 anos, um vazio no panorama cultural. Morreu ontem vítima de uma grave anemia, após uma semana internada no Hospital Privado, em Lisboa
Ler artigo completo com VÍDEO
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