
Acerca de mim
Capa exterior do último CD em alusão aos 50 Anos de Carreira de MB.
CD «50 ANOS DE CANTIGAS» (Compilação de 20 temas musicais de sucesso na carreira do artista Mano Belmonte)
Capa interior do último trabalho em CD "MB - «50 Anos de Cantigas».
MB - Resumo biográfico pelo Jornalista José Mário Coelho - Toronto/Canadá 2010
Jornal "Portugal Ilustrado" - Toronto/Canadá
RECOMEÇAR...
-Recomeçar-
Com mais de três décadas a vivermos na diáspora, fechamos os olhos tentando fazer uma retrospetiva das coisas boas e menos boas que nos aconteceram ao longo dos anos...Batemos de frente com um enorme painel branco na nossa mente, reprimimos a vontade de um choro convulsivo para, de imediato, pensarmos que, hoje, é um bom dia para enfrentar novos desafios...
O ser humano é feito, entre outras coisas, de sonhos, ideais, expectativas...
O futuro, apesar dos percalços e obstáculos do presente, sempre se desenha com bons ventos, melhorias e conquistas. Por isso, sempre devemos prosseguir lutando, doando o melhor de nós na busca de objectivos e metas.
Neste percurso, à medida que nos esforçamos, alcançamos degraus intermediários e vitórias parciais que nos animam e estimulam em frente. Ser reconhecido pelos que nos cercam, parentes, amigos ou gente anónima, é um grande incentivo.
Dizer-lhes o quanto foi importante todo este carinho e amor dedicados ao longo dos anos, os elogios reconhecendo virtudes, tendo em mente que colhemos tudo o que plantamos nesta escalada da montanha da vida onde aprendemos a subir e a descer, cair e levantar, mas voltar sempre com a mesma coragem. Não desistir nunca de uma nova felicidade, uma nova caminhada, uma nova paisagem, até chegar ao topo da montanha .
Recomeçaremos por abrir novos espaços mentais e físicos. Aproximarnos-emos, dos familiares, dos velhos amigos, de pessoas alegres e sem preconceitos, da terra que nos viu nascer... Atirar para longe os ressentimentos, as mágoas, os melindres que impedem a felicidade entrar.
Dividirnos-emos entre duas Nações que amamos e repartiremos nosso coração entre chegadas e partidas, alegrias e ânsias.
Recomeçar uma nova vida é só uma questão de querer. Se quisermos. Deus quer.
Mano Belmonte
BLOG «Canções & Emoções» por Mano Belmonte
segunda-feira, outubro 26, 2009
domingo, outubro 25, 2009
Crónica do Canadá

CRÓNICA DO CANADÁ
As Contradições da Liberdade
Vivemos num tempo em que se aprecia a liberdade e se luta apaixonadamente por ela. Quem não sente a felicidade em dizer: sou livre? É porque de facto, há situações, ambientes e pessoas que impedem outros de serem livres.
Mas, ao mesmo tempo, também existe uma grande confusão acerca do que é ser livre e do uso que cada um faz da liberdade. Se olharmos para a vida concreta das pessoas, verificamos que com a liberdade se podem fazer coisas maravilhosas e coisas negativas e horrendas. Por exemplo: Que fez Madre Teresa de Calcutá com a sua liberdade? E que faz um assassino ou criminoso com a sua liberdade?
Afinal o que é ser livre?
Alguns identificam a liberdade com independência de tudo e de todos, com capricho, apetite, isto é, fazer o que apetece, sem mais. Muitos desejariam ser livres da autoridade dos outros, de responsabilidades determinadas, de obrigações familiares, profissionais e sociais, etc. Pode-se chamar a isto liberdade autêntica?
Vericamos então que o homem pode usar a liberdade para o bem, e para o mal, para o melhor e o pior, para a paz ou a violência...Pode usá-la de modo anárquico e destruidor ou de modo responsável e construtivo. Então a liberdade não é indiferente a determinados valores. Somos nós que lhe damos orientação em função de um projecto de vida. Portanto, somos responsáveis pela nossa liberdade e pelo uso que fazemos dela. Somos chamados a optar, a escolher a orientação, o projecto a dar à liberdade, e a escolha implica também renúncia àquilo que não corresponde à dignidade da pessoa humana, ao seu crescimento no bem e na verdade. O contrário é abuso da liberdade que vem a tornar-se renúncia à verdadeira liberdade.
Uma liberdade sem orientação (projecto), sem norte, sem conteúdo é desorientada, desnorteada, vazia. É aparência de liberdade. É-se livre quando se opta por ser mais homem, mais pessoa.
Não existe verdadeira liberdade sem responsabilidade. Será livre aquele que faz o que lhe dá na real gana? Ou aquele que dá uma orientação à sua liberdade?
Para ser livre, o homem tem de optar entre viver de acordo com um ideal, um projecto ou viver à deriva, desnorteado.
Entendemos melhor o alcance prático das coordenadas da liberdade cristã se as confrontarmos com as forças que se lhe opõem, ou seja, se pusermos em contraste a verdadeira liberdade cristã que nos oferece e as falsas liberdades a que somos tentados.
Pensamento da Semana
"Não são as más ervas que sufocam o grão, é a negligência do cultivador"
As Contradições da Liberdade
Vivemos num tempo em que se aprecia a liberdade e se luta apaixonadamente por ela. Quem não sente a felicidade em dizer: sou livre? É porque de facto, há situações, ambientes e pessoas que impedem outros de serem livres.
Mas, ao mesmo tempo, também existe uma grande confusão acerca do que é ser livre e do uso que cada um faz da liberdade. Se olharmos para a vida concreta das pessoas, verificamos que com a liberdade se podem fazer coisas maravilhosas e coisas negativas e horrendas. Por exemplo: Que fez Madre Teresa de Calcutá com a sua liberdade? E que faz um assassino ou criminoso com a sua liberdade?
Afinal o que é ser livre?
Alguns identificam a liberdade com independência de tudo e de todos, com capricho, apetite, isto é, fazer o que apetece, sem mais. Muitos desejariam ser livres da autoridade dos outros, de responsabilidades determinadas, de obrigações familiares, profissionais e sociais, etc. Pode-se chamar a isto liberdade autêntica?
Vericamos então que o homem pode usar a liberdade para o bem, e para o mal, para o melhor e o pior, para a paz ou a violência...Pode usá-la de modo anárquico e destruidor ou de modo responsável e construtivo. Então a liberdade não é indiferente a determinados valores. Somos nós que lhe damos orientação em função de um projecto de vida. Portanto, somos responsáveis pela nossa liberdade e pelo uso que fazemos dela. Somos chamados a optar, a escolher a orientação, o projecto a dar à liberdade, e a escolha implica também renúncia àquilo que não corresponde à dignidade da pessoa humana, ao seu crescimento no bem e na verdade. O contrário é abuso da liberdade que vem a tornar-se renúncia à verdadeira liberdade.
Uma liberdade sem orientação (projecto), sem norte, sem conteúdo é desorientada, desnorteada, vazia. É aparência de liberdade. É-se livre quando se opta por ser mais homem, mais pessoa.
Não existe verdadeira liberdade sem responsabilidade. Será livre aquele que faz o que lhe dá na real gana? Ou aquele que dá uma orientação à sua liberdade?
Para ser livre, o homem tem de optar entre viver de acordo com um ideal, um projecto ou viver à deriva, desnorteado.
Entendemos melhor o alcance prático das coordenadas da liberdade cristã se as confrontarmos com as forças que se lhe opõem, ou seja, se pusermos em contraste a verdadeira liberdade cristã que nos oferece e as falsas liberdades a que somos tentados.
Pensamento da Semana
"Não são as más ervas que sufocam o grão, é a negligência do cultivador"
(Confúncio)
Mano Belmonte
manoamano@sympatico.ca
http://manobelmontecantor.blogspot.com
Mano Belmonte
manoamano@sympatico.ca
http://manobelmontecantor.blogspot.com
Viagem a Marte só em 39 dias...

Uma missão tripulada a Marte é um desafio avassalador que se situa quase no limite das capacidades tecnológicas actuais...
Ler notícia completa
Adapt: Mano Belmonte
Aranha de 16 centímetros cria teias douradas...

Uma equipa de investigadores do museu de História Natural Smithsonian e da Academia de Ciências da Eslovénia descobriu uma nova espécie de aranha com 16 centímetros, na África do Sul...
Ler notícia completa
Adapt: Mano Belmonte
CRÓNICA DE COIMBRA
E nós, encolhemos os ombros!
O drama português é o empobrecimento absoluto e relativo. É sermos campeões da falta de grandezas. Manuel da Fonseca, um dos maiores escritores portugueses do século XX, costumava dizer: "Portugal é o país que há, e os portugueses são o povo que se arranja".
Portugal está "embrulhado" em mentiras, em falsificações e "untado" de corrupção. Anda entretido com o "fado choradinho" e está-se a "marimbar" para o desemprego e para o défice. A questão é simplesmente que os portugueses deixaram de olhar para fora. Só contemplam o seu umbigo. Obviamente, é no domínio polítido que mais emerge a tentação e o uso do poder, ao ponto de estar bem consagrada a proposição "o poder corrompe e o poder absoluto corrompe absolutamente".
Os políticos manipulam a nossa benevolência, prometem-nos melhorias, cavalgam as nossos mais rústicas e asseadas esperanças. "A táctica de criar papões e inimigos difusos e sujos parece que dá resultado a arregimentar e excitar os fiéis, mas revela um soberano desprezo pela inteligência do eleitorado, já muito causticado, coitado dele". Eles, não fazem ideia da causa da pasmaceira, como mostram os discursos de ministros e candidatos. Nemhum anda sequer próximo de apontar as verdadeiras razões. Os portugueses, na sua infinita e pacata desordem existencial, acham tudo "normal" e encolhem os ombros. Nada é levado às últimas consequências, nada é definitivo, tudo é improvisado, temporário, desenrascado. Portugal empolgou-se de valores abstractos. João César das Neves, diz numa das suas crónicas, que: "Portugal não tem projectos, tem direitos. Não aumenta a produtividade, desinfecta aos mãos da gripe A"!
Agora, a joia da coroa é o "TGV". Não é que sirva para nada por ali além, mas já viram que nas estatísticas da OCDE passamos a entrar como país com alta velocidade derroviária, enquanto os parolos dos Irlandeses, Finlândia, Suecos, etc., se calhar ainda se deslocam em carros de bois. E depois, que diabo, quem tem tantos e luxuosos estádios de futebol, até parece mal não ter um TGV!
Cruz dos Santos
Coimbra/Portugal
O drama português é o empobrecimento absoluto e relativo. É sermos campeões da falta de grandezas. Manuel da Fonseca, um dos maiores escritores portugueses do século XX, costumava dizer: "Portugal é o país que há, e os portugueses são o povo que se arranja".
Portugal está "embrulhado" em mentiras, em falsificações e "untado" de corrupção. Anda entretido com o "fado choradinho" e está-se a "marimbar" para o desemprego e para o défice. A questão é simplesmente que os portugueses deixaram de olhar para fora. Só contemplam o seu umbigo. Obviamente, é no domínio polítido que mais emerge a tentação e o uso do poder, ao ponto de estar bem consagrada a proposição "o poder corrompe e o poder absoluto corrompe absolutamente".
Os políticos manipulam a nossa benevolência, prometem-nos melhorias, cavalgam as nossos mais rústicas e asseadas esperanças. "A táctica de criar papões e inimigos difusos e sujos parece que dá resultado a arregimentar e excitar os fiéis, mas revela um soberano desprezo pela inteligência do eleitorado, já muito causticado, coitado dele". Eles, não fazem ideia da causa da pasmaceira, como mostram os discursos de ministros e candidatos. Nemhum anda sequer próximo de apontar as verdadeiras razões. Os portugueses, na sua infinita e pacata desordem existencial, acham tudo "normal" e encolhem os ombros. Nada é levado às últimas consequências, nada é definitivo, tudo é improvisado, temporário, desenrascado. Portugal empolgou-se de valores abstractos. João César das Neves, diz numa das suas crónicas, que: "Portugal não tem projectos, tem direitos. Não aumenta a produtividade, desinfecta aos mãos da gripe A"!
Agora, a joia da coroa é o "TGV". Não é que sirva para nada por ali além, mas já viram que nas estatísticas da OCDE passamos a entrar como país com alta velocidade derroviária, enquanto os parolos dos Irlandeses, Finlândia, Suecos, etc., se calhar ainda se deslocam em carros de bois. E depois, que diabo, quem tem tantos e luxuosos estádios de futebol, até parece mal não ter um TGV!
Cruz dos Santos
Coimbra/Portugal
sexta-feira, outubro 23, 2009
quinta-feira, outubro 22, 2009
TRIGO E JOIO
No jornalismo podemos encontrar profissionais pouco inteligentes, confrangedoramente incultos, irresponsáveis, mal educados, oportunistas, corruptos, vendidos e até perigosos. É um facto.
Mas também é um facto que podemos encontrar profissionais com as mesmas características na política, na administração pública, na gestão de empresas privadas, nos sindicatos, nas ordens, nas fundações, na banca, na indústria, nas autarquias, nas profissões liberais, no ensino, na cultura, na ciência, nas artes, nas letras, nas direcções desportivas, nas forças armadas.
Por ser assim, e todos sabemos que é assim, parece-me excessivo, e até um bocado ridículo, que certas personalidades, ao verem punidos os seus actos pela realidade dura da vida, tendam em geral a apontar o dedo acusador aos jornalistas, todos eles, e não ao jornalista fulano e cicrano, deixando no ar a ideia de que o jornalismo é uma classe abaixo de toda a credibilidade e respeito. Fazem-me sempre lembrar aquele santo de Alcobaça que aponta o da imagem em frente, por ter uma poeira num olho, tendo ele mesmo um argueiro a toldar-lhe a visão.
Apesar de todos os pesares, e lamentando-se desde já que a classe não tenha a sensatez e a coragem de separa águas dentro de si mesma, muitos jornalistas têm prestados serviços inestimáveis ao país pelo simples facto de terem dito ou escrito a verdade sem medo nem preconceito, olhos postos no dever de servir o povo. Se passarmos em revisão os 35 anos que leva este regime, encontraremos inúmeros exemplos do que afirmo. Muitos abusos, e até crimes, foram evitados porque a imprensa alertou. É pena que a Justiça não tenha correspondido com intervenção atempada e certeira, tendo muitas vezes sido mais célere e severa a julgar jornalistas de quem de queixaram as boas almas que se entendem acima da lei. Mas atrás de tempo, tempo vem, pode ser que no futuro as coisas melhorem.
Entretanto, não faleça o ânimo aos que honram os ideias do jornalismo para que Portugal seja o país saudável que todos desejamos.
=o=o=o=o=
quarta-feira, outubro 21, 2009
Hino á ignorância
Especialista em pequenos golpes publicitários, o sr. Saramago lançou, esta semana, um livrinho sobre Caim que o próprio, com a sua reconhecida modéstia, considera ser um exercício "divertidíssimo" contra "toda e qualquer religião". Tenho em conta este nobre objectivo, o escritor usou a apresentação de Caim para debitar umas opiniões firmes sobre Deus, a Igreja e a Bíblia, em particular sobre o Antigo Testamento, que ele notoriamente não reconhece. Como a ignorância é livre e, em Portugal, tem mesmo direitos de cidadania, Saramago não se coíbe no que toca aos mais improváveis disparates. Com a profundidade de uma poça, garante solenemente que a Bíblia é "um manual de maus costumes", impróprio para crianças, que tudo o que lá está é "absurdo e disparatado"; que Deus, embora não exista, deve ser devidamente responsabilizado por todos os males da humanidade; que a "insolência reaccionária" da Igreja tem que ser combatida com a "insolência da inteligência viva"; e que o Papa é "cínico" por "ter a coragem de invocar Deus (...), um Deus que ele jamais viu e com quem nunca se sentou para tomar café". Ou para comer um croquete, já agora, com um cigarro pelo meio e meia dúzia de piadas a rematar. Do que aqui fica dito, percebe-se que para Saramago a Bíblia é uma espécie de romance de cordel para adultos, recheado de imoralidades várias que não se compadecem com a doce inocência da infância. A ideia de que um livro sagrado, não sendo fácil de interpretar, tem uma chave de leitura que exige um conhecimento profundo da história, da geografia, da língua e do fenómeno religioso é-lhe manifestamente estranha. Saramago, como é óbvio, dispensa esse tipo de qualificações. Para falar sobre a Bíblia basta-lhe uma leiturinha pela rama, meia dúzia de frases ocas e a necessidade de criar uma conveniente polémica que o ajude a vender o livro que escrevinhou em tempo recorde. Desta vez, as suas esperanças depositam-se nos judeus - já que os católicos, segundo o próprio, não perdem tempo a ler o Antigo Testamento e não podem, portanto, fazer-lhe o jeito e contribuir para o sucesso editorial da obra. Confesso, no entanto, que não vejo razões para grandes polémicas ou para fundadas indignações. As diatribes de Saramago são como o vídeo de Maitê Proença: um hino vivo à ignorância.
Constança Cunha e Sá
(Jornalista)
=o=o=o=o=o=
Constança Cunha e Sá
(Jornalista)
=o=o=o=o=o=
terça-feira, outubro 20, 2009
Novo CD de José Campos e Sousa
Por mais um favor do Céu coube-me desta feita dar música e dar voz a muito do que se tem escrito em louvor de Dom Nuno Álvares Pereira, o Condestável, terror dos Castelhanos, verdadeiro Herói da minha infância. Benditas 3a e 4a classes que em 1955/1956 trouxeram à minha vida, de maneira tão fantástica a tão fantástica vida de uma mão cheia de Homens, que começando em Viriato, ajudaram a erguer Portugal. Dom Nuno, é certamente um primeiro entre iguais. Já Fernando Pessoa na "Mensagem" lhe atribuiu no Brasão, o lugar cimeiro - o da coroa.
Vou lançar no próximo mês de Novembro uma edição de autor, "Por Portugal e Mais Nada" título que roubei ao Rodrigo Emílio, que de várias maneiras está presente neste Torneio.
O Rodrigo desafiou-me para esta empresa, há uns bons 8 anos, enchendo-me de folhas com poemas e textos sobre Dom Nuno, muito a seu jeito. este projecto foi sendo adiado por uma razão ou por outra, e somente agora que o nosso Herói foi promovido a Santo, pelo outro Rei, é que eu tive licença de o acabar. Tinha que ser assim!
É um CD para Portugueses admiradores e herdeiros e seguidores das formaturas de 1143, 1385 e 1640, gente que não tem por hábito pôr-se em bicos dos pés, que só aparece quando é necessária.
Gente anónima, modesta, desinteressada e corajosa. Gente que não discute nem põe em causa Portugal, gente que dá sem receber. É para todos esses que eu canto!
Dediquei "Por Portugal e Mais Nada" a S.A.R. o Senhor Dom Duarte, Duque de Bragança, décimo sexto neto de Dom Nuno e do Mestre de Avis. Faço-o por respeito, por admiração e, principalmente, por devoção a uma causa que precisa urgentemente de um novo Mestre que, como canta Rodrigo Emílio: - "Ponha a andar daqui o Andeiro!"
A todos os que estiveram presentes no "Rodrigamente Cantando" e na "Mensagem à Beira-Mágoa" quero agradecer o apoio. Espero encontrar-vos de novo neste caminho Português.
"Por Portugal - e Mais Nada!"
José Campos e Sousa
= = = = = = =
Este CD, só disponível em finais de Outubro, pode ser encomendado desde já pelo email: largodocarmo@gmail.com
OMNI TV - Novas instalações -
OS ESTÚDIOS DA OMNI TV MUDARAM PARA NOVAS INSTALAÇÕES NO CORAÇÃO DA CIDADE DE TORONTO (Dundas St e Yonge St).
PARABÊNS A TODOS QUANTOS FAZEM DESTA ESTAÇÃO TELEVISIVA O MOSAICO CULTURAL DESTE PAÍS. EM ESPECIAL, AO DEPARTAMENTO PORTUGUÊS, QUE NOS ORGULHA PELOS EXCELENTES PROFISSIONAIS QUE NELA TRABALHAM EM PROL DE UMA COMUNIDADE LUSÓFONA ESPALHADA POR ESTE PRÓSPERO E ENCANTADOR PAÍS.
BEM HAJAM !
Mano Belmonte
Foto do Dia
A coelhinha Marge Simpson
A edição de Novembro da revista 'Playboy' com Marge Simpson na capa ainda não está nas bancas, mas já há imagens a circular na Internet da 'sessão fotográfica'. A mais famosa dona-de-casa da televisão surge em poses muito sensuais. Umas vezes nua, outras com ousada lingerie, a mulher de Holmer Simpson encanta...Ler notícia completa
Adapt: Mano belmonte
"Já começou o nosso Mundial"
Carlos Queiroz não entra em euforias e elogia até o ataque da Bósnmia, mas garante sentir-se confiante para os jogos do play-off, de apuramento para o Mundial 2010. "Vamos ter de nos preparar bem. Eles têm um ataque muito difícil, mas para nós o Mundial já começou e ponto final. A partir deste momento já estamos a disputar a prova e o que orienta a minha vida e o meu trabalho é levar Portugal ao Mundial", afirmou o seleccionador, depois de conhecer o nome do adversário que o sorteio colocou no caminho de Portugal, em Zurique...Ler artigo completo
Adapt: Mano Belmonte
Crónica do Canadá
Crónica do Canadá
Desapego
Vivemos numa época de celebridades, apelos fáceis à riqueza, ao consumismo, às paixões avassaladoras. Transitamos aturdidos por um mundo em que o destaque vai para aquele que mais tem.
E a todo o instante os comerciais de televisão, os anúncios nas revistas e jornais, os outdoors clamam "Compre mais. Ostente mais. Tenha mais e melhores coisas".
É um mundo em que luxo, beleza física, ostentação e vaidade ganharam tal espaço que dominam os julgamentos.
Mede-se a importância das pessoas pela qualidade dos seus sapatos, roupas e bolsas.
Dá-se mais atenção ao que possui a casa mais requintada ou situada nos bairros mais famosos e ricos.
Carros bons somente os que têm mais acessórios e impressionam por serem belos, caros e novos. Sempre muito novos.
Adolescentes não querem repetir roupas e desprezam os produtos que não sejam de marca. Mulheres compram todas as novidades de cosméticos. Homens regozijam-se com fatos caríssimos nas vitrines. Tornamo-nos,enfim, escravos dos objectos de desejo que dominam nosso imaginário, impregnam nossa vida, que consomem nossos recursos monetários.
E como reagimos? Será que estamos a fazer algo - na prática - para combater esse estado de coisas?
Experimentemos olhar as montras de um shopping; Olhemos bem para os sapatos, roupas, joias, bolsas, enfeites, perfumes, etc., por um momento apenas, não nos deixemos seduzir. Tentemos ver tudo isso apenas como são: objectos. E digamos para nós próprios: "Não tenho isso, mas ainda assim sou feliz. Não dependo de nada disso para estar contente".
Lembremo-nos: é por desejar tais coisas, sem poder tê-las, que muitos optam pelo crime. Apossam-se de coisas que não são suas, seduzidos pelo brilho passageiro das coisas materiais.
Deixam para trás gente a sofrer, pessoas que trabalharam arduamente para economizar...
Deixam atrás de si frustração, infelicidade, revolta.
Um cargo, um status, uma profissão, um relacionamento, um talento que traz destaque. É o suficiente para se deixarem arrastar pelo transitório.
Esses amam o brilho, o aplauso ou o que consideram fama, poder, glória.
Para eles, é difícil despedir-se desse momento em que deixam de ser pessoas comuns e passam a ser notados, comentados, invejados.
Qual o segredo para libertarmo-nos de tudo isso? A palavra é desapego. Mas...Como alcançá-lo neste mundo?
Pela lembrança constante de que todas as coisas são passageiras nesta vida. Ou seja: para evitar sofrimento, a receita é a superação dos desejos.
Na prática, funciona assim: pensemos que as situações passam, os objectos quebram, as roupas e sapatos gastam-se.
Até mesmo as pessoas passam, pois elas viajam, separam-se de nós, morrem. E devemos estar preparados para essas eventualidades. É a dinâmica da vida.
Pensando dessa forma, aos poucos promovemos uma auto-educação que ensina a buscar sempre o melhor, mas sem gerar qualquer apego egoísta.
Ou seja, amar sem exigir nada em troca.
Pensamento da Semana
"Uma figura pública é sempre um manjar. Tem de ser moralmente muito sólida para suportar os ecos das notícias que lhe chegam"
(Raul Solnado)
Mano Belmonte
manoamano@sympatico.ca
http://manobelmontecantor.blogspot.com
=o=o=o=o=o=
Desapego
Vivemos numa época de celebridades, apelos fáceis à riqueza, ao consumismo, às paixões avassaladoras. Transitamos aturdidos por um mundo em que o destaque vai para aquele que mais tem.
E a todo o instante os comerciais de televisão, os anúncios nas revistas e jornais, os outdoors clamam "Compre mais. Ostente mais. Tenha mais e melhores coisas".
É um mundo em que luxo, beleza física, ostentação e vaidade ganharam tal espaço que dominam os julgamentos.
Mede-se a importância das pessoas pela qualidade dos seus sapatos, roupas e bolsas.
Dá-se mais atenção ao que possui a casa mais requintada ou situada nos bairros mais famosos e ricos.
Carros bons somente os que têm mais acessórios e impressionam por serem belos, caros e novos. Sempre muito novos.
Adolescentes não querem repetir roupas e desprezam os produtos que não sejam de marca. Mulheres compram todas as novidades de cosméticos. Homens regozijam-se com fatos caríssimos nas vitrines. Tornamo-nos,enfim, escravos dos objectos de desejo que dominam nosso imaginário, impregnam nossa vida, que consomem nossos recursos monetários.
E como reagimos? Será que estamos a fazer algo - na prática - para combater esse estado de coisas?
Experimentemos olhar as montras de um shopping; Olhemos bem para os sapatos, roupas, joias, bolsas, enfeites, perfumes, etc., por um momento apenas, não nos deixemos seduzir. Tentemos ver tudo isso apenas como são: objectos. E digamos para nós próprios: "Não tenho isso, mas ainda assim sou feliz. Não dependo de nada disso para estar contente".
Lembremo-nos: é por desejar tais coisas, sem poder tê-las, que muitos optam pelo crime. Apossam-se de coisas que não são suas, seduzidos pelo brilho passageiro das coisas materiais.
Deixam para trás gente a sofrer, pessoas que trabalharam arduamente para economizar...
Deixam atrás de si frustração, infelicidade, revolta.
Um cargo, um status, uma profissão, um relacionamento, um talento que traz destaque. É o suficiente para se deixarem arrastar pelo transitório.
Esses amam o brilho, o aplauso ou o que consideram fama, poder, glória.
Para eles, é difícil despedir-se desse momento em que deixam de ser pessoas comuns e passam a ser notados, comentados, invejados.
Qual o segredo para libertarmo-nos de tudo isso? A palavra é desapego. Mas...Como alcançá-lo neste mundo?
Pela lembrança constante de que todas as coisas são passageiras nesta vida. Ou seja: para evitar sofrimento, a receita é a superação dos desejos.
Na prática, funciona assim: pensemos que as situações passam, os objectos quebram, as roupas e sapatos gastam-se.
Até mesmo as pessoas passam, pois elas viajam, separam-se de nós, morrem. E devemos estar preparados para essas eventualidades. É a dinâmica da vida.
Pensando dessa forma, aos poucos promovemos uma auto-educação que ensina a buscar sempre o melhor, mas sem gerar qualquer apego egoísta.
Ou seja, amar sem exigir nada em troca.
Pensamento da Semana
"Uma figura pública é sempre um manjar. Tem de ser moralmente muito sólida para suportar os ecos das notícias que lhe chegam"
(Raul Solnado)
Mano Belmonte
manoamano@sympatico.ca
http://manobelmontecantor.blogspot.com
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segunda-feira, outubro 19, 2009
Espólio artístico de Natália Correia na Graciosa
"O Desenho na Colecção Privada de Natália Correia", é o nome da mostra itinerante é hoje inaugurada, pelas 21 horas, na Biblioteca Municipal de Santa Cruz da Graciosa.
Esta é uma iniciativa que procura, através de várias obras de arte da colecção da Natália Correia e do seu marido Dórdio Guimarães, estender a todas as ilhas do Arquipélago esses importantes legados culturais, nos quais estão representados artistas como Abel
Manta, Stuart de Carvalhais, Almada Negreiros, Cesariny e Júlio Pomar, entre outros.
Importa referir que a sua presença no espólio não surge tanto pelo normal processo selectivo de construção de uma colecção, mas antes, de uma comunhão de afectos e gostos em relação às obras de arte e aos artistas.
Após a sua passagem por S.Miguel (Igreja do Colégio), Santa Maria (Igreja das Vitórias), Terceira (Museu de Angra), Pico (Museu dos Baleeiros), Faial (Biblioteca João José da Graça). S. Jorge (Museu Francisco Lacerda), a exposição encontra-se agora patente ao público na Graciosa, até seis de Novembro de 2009.
Fonte: Jornal Diário
Adaptação: Mano Belmonte
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Esta é uma iniciativa que procura, através de várias obras de arte da colecção da Natália Correia e do seu marido Dórdio Guimarães, estender a todas as ilhas do Arquipélago esses importantes legados culturais, nos quais estão representados artistas como Abel
Manta, Stuart de Carvalhais, Almada Negreiros, Cesariny e Júlio Pomar, entre outros.
Importa referir que a sua presença no espólio não surge tanto pelo normal processo selectivo de construção de uma colecção, mas antes, de uma comunhão de afectos e gostos em relação às obras de arte e aos artistas.
Após a sua passagem por S.Miguel (Igreja do Colégio), Santa Maria (Igreja das Vitórias), Terceira (Museu de Angra), Pico (Museu dos Baleeiros), Faial (Biblioteca João José da Graça). S. Jorge (Museu Francisco Lacerda), a exposição encontra-se agora patente ao público na Graciosa, até seis de Novembro de 2009.
Fonte: Jornal Diário
Adaptação: Mano Belmonte
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Telejornal da RTP1 comemora 50 anos
O 'Telejornal'. noticiário que a RTP 1 emite às 20h00 e que nos últimos anos tem liderado as audiências, comemora 50 anos de existência. Para amanhã está marcada uma conferência na Fundação das Comunicações, em Lisboa, que visa assinalar a data...Notícia completa
Adapt: Mano Belmonte
Cantor Al Martino morre aos 82 anos
O cantor Al Martino que deu vida a Johnny Fontane e onterpretou o 'Tema de amor' no filme 'O Padrinho' morreu na terça-fira, aos 82 anos, na sua casa em Springfield informou na passada quarta-feira o seu agente, Sandy Friedman, sem no entanto ter sido revelada a causa da morte...Artigo completo
Adapt: Mano Belmonte
domingo, outubro 18, 2009
sábado, outubro 17, 2009
CRÓNICA DE COIMBRA
OS PAPAGAIOS TAMBÉM FALAM...MAS DEVIAM ESTAR CALADOS!
Há já muitos, muitos anos, que muitos de nós andam, sinceramente, fascinadas pela interessantíssima incompetência portuguesa. É que nós, de facto, demoramos imenso tempo a conseguir fazer as coisas que queríamos fazer,e ainda por cima a maioria das vezes não conseguimos fazê-las tão bem como queríamos - e, mais grave ainda, presentimos que podíamos. Mas não somos indolentes. Nem sequer preguiçosos. Perdemos é muito tempo, com "coisinhas" insignificantes e muito tempo a "tagarelar", sem assunto, como verdadeiros papagaios! Em nossos dias, o estilo de papagaio é muito corrente. E não há dúvida de que é fluente, sonoro, e até acreditado pelo seu constante uso nos jornais. Para tudo se encontra a palavra feita, a expressão própria.
Em latim, papagaio dizia-se "psittacus". E como entre os homens houve sempre muitos discípulos do esquisito pássaro, convencionou-se chamar "psitacismo" - isto é, linguagem de papagaio! Para todo o fenómeno, qualidade ou sentimento, o "psitacismo" - sabe, sem que a mão lhe trema, qual a imagem e empregar; isto é veloz como a seta, ou branco como a neve, ou leve como uma pena; aquilo é pérfido como uma serpente, valente como um leão, transparente como o cristal.
Se há-de falar de poesia, socorre-se da lua; se de amor, escolhe entre as vísceras, a do coração; se de paisagem, um lago de águas argênteas (cor de prata), onde voga um barquinho à vela. Nada o encontrará desprevenido; no seu cérebro, bem arrumado, lá está a imagem necessária, o conceito próprio (talvez um pouco safado pelo uso, mas adornado com a ênfase que dá o treino de muita repetição) para cada situação. E o papagaio tanto brilhará ao erguer a sua taça no jantar de anos do compadre, como ao agradecer, em nome da freguesia, a construção de uma rotunda, ou de um chafariz, que vem preencher uma lacuna que de há muito se fazia sentir. Portugal, está a abarrotar de papagaios! São aves "manipuladores", pregadoras, prometedoras, tagarelas...até dizer basta! Até andamos todos completamente exaustos porque executamos demasiadas tarefas em simultâneo e em esforço e, essas "aves agoirentas" não nos deixam em paz! O que somos, realmente, é cilindrados em absoluto por esta estranha forma de vida, que nos faz trabalhar como doidos, partir para cada dia útil ou outro com a carga emocional, de quem parte para correr a maratona, investir as nossas horas no esforço épico de mover montanhas, e depois chegar ao fim de cada uma destas epopeias quotidianas, exasperados pela frustação de sentirmos que não produzimos absolutamente nada que se veja e, termos que aturar ainda esta caterva de papagaios! Malditos "Bichos"... que só falam, falam e não fazem nada!
Cruz dos Santos
Coimbra/Portugal
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Há já muitos, muitos anos, que muitos de nós andam, sinceramente, fascinadas pela interessantíssima incompetência portuguesa. É que nós, de facto, demoramos imenso tempo a conseguir fazer as coisas que queríamos fazer,e ainda por cima a maioria das vezes não conseguimos fazê-las tão bem como queríamos - e, mais grave ainda, presentimos que podíamos. Mas não somos indolentes. Nem sequer preguiçosos. Perdemos é muito tempo, com "coisinhas" insignificantes e muito tempo a "tagarelar", sem assunto, como verdadeiros papagaios! Em nossos dias, o estilo de papagaio é muito corrente. E não há dúvida de que é fluente, sonoro, e até acreditado pelo seu constante uso nos jornais. Para tudo se encontra a palavra feita, a expressão própria.
Em latim, papagaio dizia-se "psittacus". E como entre os homens houve sempre muitos discípulos do esquisito pássaro, convencionou-se chamar "psitacismo" - isto é, linguagem de papagaio! Para todo o fenómeno, qualidade ou sentimento, o "psitacismo" - sabe, sem que a mão lhe trema, qual a imagem e empregar; isto é veloz como a seta, ou branco como a neve, ou leve como uma pena; aquilo é pérfido como uma serpente, valente como um leão, transparente como o cristal.
Se há-de falar de poesia, socorre-se da lua; se de amor, escolhe entre as vísceras, a do coração; se de paisagem, um lago de águas argênteas (cor de prata), onde voga um barquinho à vela. Nada o encontrará desprevenido; no seu cérebro, bem arrumado, lá está a imagem necessária, o conceito próprio (talvez um pouco safado pelo uso, mas adornado com a ênfase que dá o treino de muita repetição) para cada situação. E o papagaio tanto brilhará ao erguer a sua taça no jantar de anos do compadre, como ao agradecer, em nome da freguesia, a construção de uma rotunda, ou de um chafariz, que vem preencher uma lacuna que de há muito se fazia sentir. Portugal, está a abarrotar de papagaios! São aves "manipuladores", pregadoras, prometedoras, tagarelas...até dizer basta! Até andamos todos completamente exaustos porque executamos demasiadas tarefas em simultâneo e em esforço e, essas "aves agoirentas" não nos deixam em paz! O que somos, realmente, é cilindrados em absoluto por esta estranha forma de vida, que nos faz trabalhar como doidos, partir para cada dia útil ou outro com a carga emocional, de quem parte para correr a maratona, investir as nossas horas no esforço épico de mover montanhas, e depois chegar ao fim de cada uma destas epopeias quotidianas, exasperados pela frustação de sentirmos que não produzimos absolutamente nada que se veja e, termos que aturar ainda esta caterva de papagaios! Malditos "Bichos"... que só falam, falam e não fazem nada!
Cruz dos Santos
Coimbra/Portugal
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sexta-feira, outubro 16, 2009
RÁDIO 'PORTUGAL SEM PASSAPORTE'
UMA ESTAÇÃO RADIOFÓNICA BRASILEIRA TRANSMITINDO A MELHOR MÚSICA PORTUGUESA. - AOS DOMINGO DE MANHÃ - PELAS 8H00 (Hora do Brasil) até às 10H00.Produção e apresentação de GRACIANO COUTINHO e a colaboração da simpática CLÁUDIA TULIMOSCHI.
ONLINE : WWW.CANALFORRO.COM.BR
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Calote derrete em 20 anos

A calote polar árctica vai desaparecer dentro de vinte anos, mas bastarão dez para se tornar uma via marítima segura durante o Verão. A conclusão é da Universidade de Cambridge, e vem reforçar as previsões de fusão acelerada da calote árctica de estudos anteriores...
Ler notícia completa
Adapt: Mano Belmonte
Descoberta aranha herbívora na América

Cientistas de duas universidades norte-americanas descobriram uma nova espécie de aranha que é vegetariana, preferindo alimentar-se de néctar de flores em vez de moscas...
Ler notícia completa
Adapt:ManoBelmonte
quinta-feira, outubro 15, 2009
Eu conto como foi: MARIEMA

Mariema foi aquela estrela cintilante que brilhou no Parque Mater nos anos 60. Nasceu em Campo de Ourique, em Lisboa, e foi sempre azougada, irreverente, alegre e com um humor contagiante. As suas gargalhadas faziam história.
Estreia-se na revista 'É regar e pôr ao luar', no ABC. Público e crítica aplaudem a sua "excelente presença e talento". Já na 'Ai venham vê-las' tem ao lado de Fernanda Borsati o seu grande momento e no quadro 'As Gémeas'. E nunca mais parou.
Actua nos teatros Maria Vitória e Variedades. E é numa revista que o seu número 'O Fado Mora em Lisboa' (João Vasconcelos e Aníbal Nazaré) torna-se como que um hino sobre a cidade alfacinha, trauteado por toda a gente e em todo o lado.
Um dos maiores êxitos de sempre da música popular portuguesa. E MARIEMA dá um estilo novo, com aquele carisma pessoal, numa voz rouca, quente e repleta de sensualidade. São dezenas de espectáculos pelos teatros e corre mundo com as suas actuações. Grava discos de sucesso absoluto.É premiada pela Casa da Imprensa no mesmo ano que Raul Solnado.
Esteve na série da RTP 'Conta-me como foi' e nos espectáculos de Filipe La Féria. Como agora no palco do São Luiz em Lisboa a convite de Jorge Silva Melo como actriz convidada e na peça de Pirandelo 'Seis Personagens à procura de autor'. Num outro registo. Acarinhada pelo elenco de luxo e do público que a reconhece e aplaude.
VIVER NA CASA DO ARTISTA
Apesar de lesionada e com uma perna em gesso, Mariema continua a ser uma mulher muito activa. E a viver também na Casa do Artista onde se diz sempre "envelhecer é proibido".
Mariema sente-se feliz pelo tratamento que os obreiros da Casa do Artista vão dando a todos os que necessitam. Manuela Maria e uma grande equipa têm sempre uma palavra de carinho para com os artistas que foram vedetas primeiras do espectáculo. É o caso de Mariema, ela iluminou os palcos do Parque Mayer.
Carlos Castro
(Correio da Manhã/Vidas)
A Índia recusa trasladação dos restos mortais de Madre Teresa
A Índia deu resposta negativa ao pedido do governo da Albânia para a trasladação dos restos mortais da Madre Teresa para o pequeno país balcânico. Madre Teresa, que fundou a ordem religiosa das Missionárias da caridade, está sepultada em Calcutá...Ler artigo completo
Adapt: Mano Belmonte
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